O SORRISO DE PANDORA

“Jamais reconheci e nem reconhecerei a autoridade de nenhuma pretensa divindade, de alguma autoridade robotizada, demoníaca ou evolutiva que me afronte com alguma acusação de pecadora, herege, traidora ou o que seja. Não há um só, dentre todos os viventes, a quem eu considere mais do que a mim mesma. Contudo nada existe em mim que me permita sentir-me melhor do que qualquer outro vivente. Respeito todos, mas a ninguém me submeto. Rendo-me à beleza de um simples torrão de terra, à de uma gotícula de água, à de uma flor, à de um sorriso de qualquer face, mas não me rendo a qualquer autoridade instituída pela estupidez evolutiva da hora. Enfim, nada imponho sobre os ombros alheios, mas nada permito que me seja imposto de bom grado Libertei-me do peso desses conceitos equivocados e assumi-me como agente do processo de me dignificar a mim mesma, como também a vida que me é dispensada. Procuro homenageá-la com as minhas posturas e atitudes e nada mais almejo. É tudo o que posso dizer aqueles a quem considero meus filhos e filhas da Terra. “ In O SORRISO DE PANDORA, Jan Val Ellam

terça-feira, julho 30, 2002

Le combat des 2 natures



Le combat des 2 natures lors du second oeuvre, où le soufre philosophique, principe masculin, est symbolisé par le lion solaire et le mercure philosophique, principe féminin, par le griffon lunaire.

Au terme de ce combat , naîtra le rebis philosophique.

SALVÉ ANDRÓGINO

O REI E A RAINHA

Quem é este ser, senhora minha?
Teu pagem ou tua aia? Porque te segue como um cordeiro
e ruge como um leão?
Manda-lo embora e ele não vai?


Que quereis que lhe faça, senhor?
É um anjo da guarda que eu torturo por vezes,
Que desmaia de me ver e morre de me amar!


Mas porque nos segue todos os passos e nunca nos deixa sós?

Porque me ama acima do bem e do mal!

Posso mandar matá-lo...

Sim, podeis, mas ele iria levar-me com ele...
Triunfante!


in "Mulher Incesto - Sonata e Prelúdio"

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