O SORRISO DE PANDORA

“Jamais reconheci e nem reconhecerei a autoridade de nenhuma pretensa divindade, de alguma autoridade robotizada, demoníaca ou evolutiva que me afronte com alguma acusação de pecadora, herege, traidora ou o que seja. Não há um só, dentre todos os viventes, a quem eu considere mais do que a mim mesma. Contudo nada existe em mim que me permita sentir-me melhor do que qualquer outro vivente. Respeito todos, mas a ninguém me submeto. Rendo-me à beleza de um simples torrão de terra, à de uma gotícula de água, à de uma flor, à de um sorriso de qualquer face, mas não me rendo a qualquer autoridade instituída pela estupidez evolutiva da hora. Enfim, nada imponho sobre os ombros alheios, mas nada permito que me seja imposto de bom grado Libertei-me do peso desses conceitos equivocados e assumi-me como agente do processo de me dignificar a mim mesma, como também a vida que me é dispensada. Procuro homenageá-la com as minhas posturas e atitudes e nada mais almejo. É tudo o que posso dizer aqueles a quem considero meus filhos e filhas da Terra. “ In O SORRISO DE PANDORA, Jan Val Ellam

sábado, julho 20, 2002

Um poema ao contrário no espelho...falar uma outra língua que ninguém, nem nós percebemos.
E assim que me sinto há dias sem conseguir publicar devido a um error 503 que não entendo.


E em vez da técnica e vem a Fé em qualquer coisa que controla tudo até mesmo a máquina,
o acaso, quem sabe?
Eu posto isto, mas não vai aparecer senão quando os deuses das máquinas quiserem...


MEGAMI AUT A


:oãçaroc uem od odnuf siam on adavarg megami aut a ohneT
.meêv et sovren e sarbif ,sonretni sohlo.

oir mu omoc eugnas uem on erroC
.res uet od etnerroc an ravel em-oxied ue e

em-ogre e avies aut a obeB
ahníar sé euq me olpmet od anuloc a omoc
.ragirba ossop et euq me ratla odargas siam on ahnim e

sohlo suet so amla a em-madrauG
.otseg adac me e oicnêlis adac a meuges em euq
....sép suet a etnemevaus recemroda e ertnev o et-raçarba aireuQ

ajergi amu ed atrop à etnidep o omoC
,anrete é edes ahnim a ,otresed o adamón o uo
!icsan euq me arret ad e uéc od eãm ó

"oidúlerP e atanoS - otsecnI rehluM" ni

É estranho mesmo ver no Espelho o que escrevemos,
tal como nos vimos a nós próprios no espelho sem perceber a diferença...

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