O SORRISO DE PANDORA

“Jamais reconheci e nem reconhecerei a autoridade de nenhuma pretensa divindade, de alguma autoridade robotizada, demoníaca ou evolutiva que me afronte com alguma acusação de pecadora, herege, traidora ou o que seja. Não há um só, dentre todos os viventes, a quem eu considere mais do que a mim mesma. Contudo nada existe em mim que me permita sentir-me melhor do que qualquer outro vivente. Respeito todos, mas a ninguém me submeto. Rendo-me à beleza de um simples torrão de terra, à de uma gotícula de água, à de uma flor, à de um sorriso de qualquer face, mas não me rendo a qualquer autoridade instituída pela estupidez evolutiva da hora. Enfim, nada imponho sobre os ombros alheios, mas nada permito que me seja imposto de bom grado Libertei-me do peso desses conceitos equivocados e assumi-me como agente do processo de me dignificar a mim mesma, como também a vida que me é dispensada. Procuro homenageá-la com as minhas posturas e atitudes e nada mais almejo. É tudo o que posso dizer aqueles a quem considero meus filhos e filhas da Terra. “ In O SORRISO DE PANDORA, Jan Val Ellam

sexta-feira, outubro 27, 2006

Mulheres & Deusas

À margem de todos os Blogues...

Curiosamente sei que esta minha página é perfeitamente marginalizada como se tratasse de pura ficção o que aqui escrevo, “feminismo serôdio” como uma vez me escreveram ou então pura mitologia no feminino, desvalorizada pelos Mídea em geral, assim como ignorada pelos blogues nacionais, de mulheres que se sentem longe e incomodadas com a "minha" mística ou de homens que se riem desta linguagem metafísica, pois as únicas mulheres a que dão voz e grande plano nos seus ecrans são aquelas que falam a sua língua e estão incondicionalment submetidas aos seus valores…
Quase todas as jornalistas e activistas, políticas ou mesmo escritoras, sejam elas dos "prós" ou dos "contras".

RLP

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