"NÃO SOU FEMINISTA, SOU ANTROPOLOGICAMENTE LÚCIDA" Ana Hatherly

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

A CIÊNCIA QUE MAIS NOS FALTA!

A ciência do alento

Habitualmente, não temos o costume de observar a nossa respiração. Em verdade, como os nossos olhos só vêem o que está à frente, não criamos o hábito de perceber o que se passa no nosso corpo. Esta percepção precisa ser desenvolvida. Observe a sua respiração da forma como ela está sendo realizada neste momento. O fluxo respiratório é muito forte. Se você quiser pará-lo, experimente trancar a respiração. É impossível. E, esta é a força vital pela qual você vive. Você quer viver como quer intensamente respirar. Quando as fossas nasais estiverem obstruídos, você limpa. E, quando estiverem fechadas? Geralmente as pessoas respiram pela boca e isso é um grande erro.

Pode-se viver respirando pela boca mas não se pode viver bem. A respiração bucal impede a formação da pressão ideal no interior dos alvéolos pulmonares para a perfeita assimilação do oxigênio; o ar inspirado nunca será tão boa quanto o inspirado pelas narinas porque não será filtrado. As fossas nasais filtram e aquecem o ar até a temperatura ideal.

É preferível respirar devagar do que rápido exceto em caso de extrema necessidade pois, o ar que entra rápido, certamente não será devidamente aquecido. A respiração lenta aquieta o bio-ritmo cardíaco e aquieta também as ondas cerebrais. Favorece a oxigenação sanguínea porque dá mais tempo aos pulmões realizar suas trocas gasosas (sangue venoso transforma-se em arterial).


O sangue venoso é um sangue carregado de detritos, resultado da "digestão" celular e que será eliminado pela expiração e renovada pela inspiração quando uma quantidade suficiente de oxigênio é transferido para o sangue. É evidente, também, que outros elementos químicos presentes no ar sejam absorvidos pelo processo maravilhoso da respiração.
(...)
LEIA NA ÍNTEGRA EM PISTAS DO CAMINHO: http://pistasdocaminho.blogspot.com/

Sem comentários: