quarta-feira, setembro 23, 2009

"Os cordeiros" do sacrifício a Alá...

Á DIREITA FOTOS DAS MENINAS DE 4 A 10 ANOS "CASADAS" COM MUÇULMANOS DE 25 E 30 ANOS...

"O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer."


"O mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade."


"A religião do futuro será cósmica e transcenderá um Deus pessoal, evitando os dogmas e a teolog
ia."

"Os ideais que iluminaram o meu caminho são a bondade, a beleza e a verdade"

albert einstein


- Quando formos capazes dessa bondade e verdade dentro de nós encontraremos a beleza de todas as coisas e a vida no Planeta será digna de ser vivida. Antes disso, toda a a tentativa dos homens para chegar a um ideal ou a um mundo perfeito não passa de hipocrisia e nunca virá a acontecer.
O mundo patriarcal está doente e não pode fazer nada por si sem que transporte o vírus da doença...por isso tudo o que os Homens fazem está contaminado pela sua própria filosofia que é a filosofia da doença e da guerra e a sua religião a religião da morte.
É por isso que eles envenenam as pessoas sem escrúpulos e as condenam se não cumprem com os seus rituais e leis. Leis no Ocidente, rituais no Oriente. Os mesmo arianos que invadiram o Mundo há milhares de anos e o dominam ainda, desde a Índia ao Irão...
Hitler pode ter falhado, mas as sementes do diabo ficaram na mente dos que ocultos governam ainda o mundo ao seu belo prazer e de acordo com os seus interesses económicos e financeiros...

A ordem patriarcal está moribunda e tudo o que os seus grandes dignitários, tanto a ocidente como a oriente, querem é matar ou destruir as populações e todo o seu Sistema está contaminado pela ideia de destruição, violação, abuso de menores, abuso de mulheres e o poder macabro da sua justiça de dar a morte.

O Ocidente é totalmente conivente com o mundo muçulmano porque o ocidente tem a mesma filiação aos dominadores arianos...o ocidente e as suas leis contemporizam sempre
com os abusadores, com os pedófilos e com os violadores...

ASSIM:


Enquanto a imprensa exalta os "lutadores da liberdade do Hamas", os "rebeldes", ou então o PT e demais organizações de esquerda no Brasil dão apoio integral ao mesmo (conforme nota do secretário geral do partido, Valter Pomar durante a época do conflito), o mundo desconhece uma das histórias mais nojentas de abuso infantil, torturas e sodomização do mundo vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.

A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org <http://www.thelastcrusade.org/> e é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto).

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.

"Nós estamos felizes em dizer à América que vocês não podem nos negar alegria e felicidade", Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia. Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas As garotas na pré-puberdade, que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.

"Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra", discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.

O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta Terra e quase todas em países muçulmanos.
Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.
Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.

A prática da pedofilia teria base e apoio do islã, pelo menos a sua leitura mais extrema e radical. O livro Sahih Bukhari (além do Corão, outra das fontes de grupos como o Hamas) em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda.
Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:

Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota... É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.
(...)

NOTA À MARGEM:


Eu não creio que nós possamos fazer alguma coisa a nível pessoal a não ser criar a nossa realidade própria, sermos nós mesmos cada vez mais conscientes e livres e à medida que o formos sendo vamos contribuindo para um mundo melhor.
Apesar disso por vezes não consigo deixar de denunciar um mundo tão absurdo e cruel como o vemos hoje...algumas das meninas da foto até perecem contentes, como a menina maquilhada no carro, com o pai sorridente atrás, mas uma qualquer criança de qualquer parte do mundo fica contente com uma festa...não sabe é que vai para o inferno enquanto o pai e o "santo esposo" vão para o céu...


Fico sempre agoniada ao ver isto, mas não creio que sirva de alguma coisa ficar com raiva...ou dar aso à minha revolta. É bom não esquecer que apesar de tudo tivemos sorte em nascer no ocidente...nesta caso, a diferença ainda é notável...não nos casam com 5 anos...mas...acontece tudo o que sabemos nos bastidores...

rlp



15 comentários:

Hiparquia disse...

Enviei essa mensagem alguns dias atrás para todos os que participam do meu e-mail...
Muitas dúvidas são levantadas... inclusive em relação ao respeito da cultura: até quando uma cultura deve ser respeitada? Quais são os limites da intervenção? Como olhar o outro com alteridade? O que é ético e o que é moral? Há como universalizar esses conceitos? Quais critérios para a universalização da moral? A minha verdade? No que acreditar? Em quem acreditar? Porque as religiões são tão poderosas em quase todas as sociedades?

Rosa Leonor disse...

- Muito difícil responder filosoficamente...mas é fácil se percebermos que vivemos num mundo de poder e guerra onde de violência é a dos mais fortes sobre os mais fracos e que ela é praticada sobre crianças e mulheres em nome de religiões e da moral...não há nenhum deus nem moral mas homens e as suas religiões e filosofias que o preconizam. Religiões e filosofias defendem apenas o poder dos que dominam o mundo,desde há muitos séculos. A História dos Homens não é a história verdadeira, mas a história dos conquistadores, dos saqueadores, dos violadores, dos poderosos que hoje fazem as leis e criaram os dogmas.
Espero que seja claro para si que há um mundo patriarcal e que nele a mulher e a criança foram as suas principais vítimas e ainda o são em quase todo o mundo.

rosa leonor

Anónimo disse...

O pior é que isso não me surpreende....Havia uma epoca que ficava surpreendida com estes casos...Mas isso já passou...O pior é quando não nos surpreendemos mais quando passamaos a ver isso como uma coisa que acontece...Ainda fico arrasada e algumas vezes vibro de ressentimento e raiva por dentreo até vontade de mudança...Mas já não mas me surpreende.Eu não vejo como uma coisa comum mais se não formos raidos isso logo se tornará comum para as pessoas...Para mim é uma insanidade cruel e totalemnte desprovidade de etica e moral...E Eles ainda afirmam isso a seu deus...

Gaia Lil

Rosa Leonor disse...

Eu não creio que nós possamos fazer alguma coisa que não seja criar a nossa realidade própria e à medida que o formos fazendo vamos contribuindo para um mundo melhor. mas por vezes não podemos deixar de denunciar um mundo tão absurdo e cruel como o vemos hoje...algumas das meninas da foto até perecem contentes, mas uma qualquer criança fica contente com uma festa...não sabe é que vai para o inferno enquanto o pai e o "santo esposo" vão para o céu...
fico sempre agoniada ao ver isto, mas não creio que sirva de alguma coisa ficar com raiva...

um abraço
rleonor

Hiparquia disse...

Hanna Arendt chama isso de banalização do mal, outros ainda de normatização da barbárie... ou seja... quando levo a questionar os valores que nos movem... quero que se questione os nossos também... expectadores das desgraças... hipócritas que choram pelas mazelas do mundo diante de sua televisão de plasma... seu prato farto... sua cama confortável ... seus relacioamentos cômodos... suas frustrações mesquinhas... enfim... será que o nosso excesso de razão nos "incifilizou"... ou no fundo somos isso mesmos: lobos de nós??

Rosa Leonor disse...

Só posso reforças cada uma das suas palavras. Tenho pensado muito nisso, hoje mesmo pensei escrever sobre a questão: somos espectadores das desgraças alheias...grandes hipócritas, como você diz, que choramos a visão da criança famélica do biafra com um prato cheio de comida à frente...e esta é a banalização do mal, como diz a Hanna Arendt. Ainda há momentos falava a um amigo desses emails que nos chegam do horror da fome e outros e o reenviamos como um dever cumprido. Recuso-me a fazê-lo e nem sequer os quero ver.Tão pouco a assinar petições...
Manter-nos lúcidos perante os factos e sermos conscientes da armadilha que é agir assim. Na verdade não podemos fazer nada a não ser tentar não cair na armadilha.
Por isso não vejo televisão...e apago certos emails.
Somos vampiros da desgraça...alimentamos as nossas frustrações com os males maiores..e julgamo-nos civilizados.
Como sair disto? Olhar para dentro, seguir um caminho interior...?

obrigada pelo repto!

rosa leonor

Anónimo disse...

Se não for pedir muito eu queria saber as fontes... pq ha tempos atras fiquei tbm chocada com as fotos, mas nos foi dito q era mentira e q as meninas não eram as noivas... ainda não consegui clarificar o assunto...

nana

Anónimo disse...

Alguns comentários repudiam a veracidade da notícia, mas pesquisando eu encontrei isso:

http://www.abril.com.br/noticias/mundo/arabia-saudita-regulamenta-casamento-meninas-353907.shtml

“Arábia Saudita regulamenta casamento de meninas

(…)Na semana passada, um tribunal da cidade de Unaiza confirmou pela segunda vez o casamento da menina de 8 anos com um homem de quase 60, com a condição de que o casal não faça sexo até que ela atinja a puberdade.

Questões financeiras podem levar algumas famílias sauditas a casarem suas meninas com homens muito mais velhos. Muitos clérigos, inclusive o principal religioso do país, o grão-múfti xeque Abdelaziz Al Al Sheikh, aprovam a prática.

“Para eles, isso está autorizado pela sharia, a lei islâmica”, disse o advogado Abdul-Rahman Al Lahem. “Alguns serão contra, mas o ministro da Justiça é também um clérigo e um membro do principal órgão clerical do reino.”

Muitas jovens de países árabes que seguem as tradições tribais se casam com homens bem mais velhos, mas só depois da puberdade. Tais casamentos também são determinados pela pobreza em países como o Iêmen, um dos lugares mais pobres do mundo fora da África.”

Então, a notícia pode ter um fundo de verdade, porque meninas são sim entregues a homens muito mais velhos sob a desculpa do "sagrado" matrimonio patriarcalista religioso...


Arttemia ARktos

Anónimo disse...

Essa noticia me causou náuseas…

Recebi essa noticia por e-mail e fiquei chocada. Todo país que perde o laicismo e o troca pelo radicalismo teocrático patriarcalista, sempre quem mais sofre são as mulheres e no caso, crianças. Me doeu ver a pedofilia sendo sacramentada e apoiada pelas autoridades religiosas e políticas dadquele país.

Reconheço que muitos dos que denunciam as atrocidades de que são vítimas as mulheres no mundo islãmico, não o fazem por estarem preocupados com os direitos humanos das mulheres e sim por questões políticas e ideológicas antagônicas a esses paises. Mas ainda assim, não há justificativa moral, cultural ou religiosa para o que as mulheres sofrem e a indiferença com que o mundo inteiro assiste a isso… Aliás. a situação das mulheres na Africa, Asia e Oriente Médio é totalmente ignorada pelos governos do mundo todo.

E o mais revoltante é ver como os interesses das mulheres são sempre descartados ao menor sinal de contrariar os interesses políticos e econômicos das grandes potencias, basta ver o silencio dos EUA sobre a aprovação da lei do estupro no Afeganistão. Outra aberração injustificável.

Anónimo disse...

Eu fui investigar e li que o Hamas havia desmentido os casamentos, que as meninas eram na verdada daminhas de honra.Será?!

Enfim, de qualquer forma é preciso investigar mais para saber a veracidade dessa noticia.

Anónimo disse...

Só pra finalizar minha participação no post:

[b]Cultura e religião não é desculpa para opressão![/b]

Nada justifica a pedofilia, o sexismo, o racismo, a dominação do mais forte sobre o mais fraco, a subordinação de mulheres e crianças para proveito de machos misóginos!

Arttemia Arktos

Anónimo disse...

Em tempo: o site que divulgou essa pavorosa noticia é de direita e alinhado com os interesses do conservadorismo brasileiro e americano.

Por isso, ainda não estou certa da veracidade de tudo isso.

Mas é fato, que os muçulmanos adotam essa prática de casar meninas. E na India também.

Hiparquia disse...

É importante pensar o papel do feminino e do masculino na sociedade, como um todo, como se deu a formação de cada papel, como se mantém determinados paradigmas e como muitas mulheres são contra elas mesmas ao permitirem não pensar ou negarem que se pense e busque uma forma de existir que seja autônoma e de liberdade responsável... o que me preocupa muito é acharem que a mulher explorada é só as que moram em outros continentes: pense nas mulheres brasileiras - suas várias jornadas de trabalho, assédio sexual, violência doméstica, mas condições de trabalho e salário, exploração sexual ("o Brazil não conhece o Brasil, o Brasil está matando o Brasil..."). Devemos lutar pelos direitos humanos: não da humanidade que sempre disse o que era certo, mas de uma humanidade que aceita sentar na mesa para buscar uma ética da comunicação como propõe Hannah Arentd e tantas outras pensadoras que não são divulgadas pela própria filosofia machista ocidental e branca.

Anónimo disse...

Concordo com vc, Hiparquia, por isso sou feminista e zelo pelo Sagrado Feminino. Acho que são a salvação das mulheres, a maneira que temos para nos conscientizar e tentar, ao menos mudar em nós mesmas, os paradigmas e praticas que naturalizam todas essas relações doentes estabelecidas no e pelo patriarcado e que encontra sua sacramentação nas religiões.
Arttemia Arktos

Anónimo disse...

O problema da mulher existe em todo o mundo. Toda a sociedade patriarcal tem o mesmo modelo que é falocrático...o homem é o ser e a mulher um apêndice...não tem individualidade. O papel feminino não pode existir enquanto a mulher for tratada como um apêndice do homem e não tiver identidade; não é por acaso que em geral as mulheres muçulmanas não têm sequer documentos de identidade...AS mulheres "emancipadas" no ocidente vestem o papel do homem e perderam o sentido da verdadeira feminilidade que é interior...Temos de ir ao fundo da matirz, à essência mais remota buscar a nova mulher que é a mulher ancestral...Não é o pensamento filosófico masculinno que tradição e cariz patrista que nos pode devolver a nossa verdadeira identidade. Somos nós e o nosso Útero, no nosso coração, escutando as vozes das mães e xamãs, as videntes e as sacerdotisas, as nossas antepassadas, assim podemos acordar essa mulher que ainda vive intacta na nossa memória mais profunda...a mulher selvagem...leia Mulheres que correm com os lobos...o Calice e a Espada de riane eisler...e já agora porque não Mulheres & Deusas?

rosa leonor