"NÃO SOU FEMINISTA, SOU ANTROPOLOGICAMENTE LÚCIDA" Ana Hatherly

sexta-feira, abril 22, 2011

Voltar a SER MULHER... MULHER


A MULHER PRECISA SAIR DO SEU CASULO


Margarida Godinho disse:

Sair do casulo tornou-se imperativo. Nem sempre é fácil fazê-lo. Quantas vezes a mulher se encontra divida entre a dor de sair do casulo e a dor ainda maior de ficar dentro dele. Escolher entre os dois, ficar ou sair é uma escolha que obrigatoriamente terá que ser feita. E o medo maior, por vezes é trocar o que se conhece mas que já não serve por aquilo por que se anseia, mas que se desconhece. Mas, cedo ou tarde, a vida obriga-nos a encarar essa opção de frente. É assim que o Universo conspira a nosso favor...

Ana Lucia Sobral disse:

De cada vez que me liberto de um casulo o mundo à minha volta muda. Os meus olhos abrem-se para novas realidades. De cada vez que os meus olhos se abrem mais, parto à descoberta de novos caminhos, de novas gentes dentro das gentes, de mais saber. E sem perceber começo a tecer novo casulo, que me proteja enquanto ganho forças para de novo me libertar e renascer.

A MÃE…

Manuela Jorge
disse:

Há uma mãe biológica a que nos faz nascer para o mundo, mas há muitas outras mães a quem muito devemos ao longo da vida, as companheiras de vida, que nos sorriem, que nos dão afecto, que nos ensinam a reflectir sobre o que somos, o que recebemos e damos enquanto em trânsito desta para outra realidade. Estas são as nossas irmãs, as nossas mães, as nossas mestras. Com elas, por elas, para elas vivemos. São laços íntimos, misteriosos, sagrados que se criam. É esse o conceito de maternidade, que mais respeito.

Sem comentários: