"NÃO SOU FEMINISTA, SOU ANTROPOLOGICAMENTE LÚCIDA" Ana Hatherly

segunda-feira, maio 21, 2012

REPUBLICANDO...


A DIVISÃO DA MULHER
"…a mulher dividida em sua essência nunca poderá alcançar a plena união com o homem, porque essa divisão tornou a mulher um ser incompleto, incapaz de manifestar a sua verdadeira natureza. Com a mulher incapacitada de expressar a sua unicidade, ambos, homem e mulher estão fadados a um eterno desencontro, enquanto perdurar a divisão interior do sexo feminino. Estando dividida, ela não sabe o que é ser mulher, como poderá, então, se colocar perante o outro em equilíbrio com o seu ser e o dele?
Existe outro domínio da associação para o qual somos chamados à consideração. Isto porque o caminho da associação pode conduzi-lo à realização de uma união ainda maior" a união com o Eu Superior, a união com o Divino.

OU O FEMININO SAGRADO
Aí está, creio eu, o grande problema criado pelo patriarcado e que gerou todo o desequilíbrio atual e na relação entre homens e mulheres: como a mulher e o feminino foram inferiorizados, desprezados e maltratados em sua condição, o divino foi expulso da união do homem e da mulher e da própria vida (…)
Só quando a mulher se colocar (…) inteira, perante o homem e a sociedade se restabelecerá a união sagrada que deveria se realizar entre os dois opostos e que traria o equilíbrio que esse mundo tanto precisa. Mas para isso acontecer, a mulher tem que reconquistar a sua integridade.
ELA TEM DE VIVENCIAR A SUA Integralidade, aquela que sua natureza requer. Ela encarna o impulso para a auto-realização e indica a senda que você deve tomar, não induzindo por motivos ulteriores, mas pelo cerne de sua individualidade.

IGACI - uma leitora brasileira

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