"NÃO SOU FEMINISTA, SOU ANTROPOLOGICAMENTE LÚCIDA" Ana Hatherly

domingo, maio 04, 2014

DIA DA MÃE, QUE MÃE?

“sem mãe não se pode amar,



sem mãe não se pode morrer”
 

2 comentários:

Anónimo disse...

Este post me emocionou. Cenas tão brutais não deveriam existir.

Rosa Leonor disse...

Pois não...não deviam, mas são uma constante no mundo...para lá deste mundo pseudo civilizado em que vivemos...