terça-feira, março 07, 2017

O ODIO A MÃE E A MULHER

O Ódio à mulher e à mãe, é comum aos dois sexos...

Realmente estremeço de indignação ao perceber como o ódio à mãe - esse ódio à vida pela falta de amor da mãe - se reflecte nas causas obscuras que se abraçam com raiva - sejam extremismos ou os fanatismos, sejam todo o tipo de mutilações e violências feitas ao corpo, piercings e nalguns casos até tatuagens - ou a defesa de causas supostamente em nome da "justiça" e de direitos "iguais" na defesa cega de ideias e ideologias que apenas justificam o ódio e a separação...e até as guerras como expressão do ódio a si mesm@...
Cada dia que passa mais me convenço que o ódio a Mãe e a Mulher, bem lá no fundo, faz com que homens e mulheres se dividam e se digladiem entre facções que se opõem só porque não tiveram o amor nem o carinho de um Ente amoroso que os tenha recebido a nascença e por isso falta-lhes o reconhecimento da Mãe... Nas mulheres então isso é atroz no ódio às outras mulheres...mas não é menor nos homens que se reflecte no ódio a todas as mulheres...na misoginia, na impotência sexual e ou até na pedofilia...
O Ódio à mulher e à mãe, é comum aos dois sexos...e nasce da rejeição da mãe...
Até há pouco tempo eu não pensava que esse ódio à mãe era também partilhado pela mulher, desde logo e em criança educada a ser mãe...das bonecas...mas hoje vejo claramente que esse ódio da mulher à mãe é muito mais comum do que eu julgava e até mais nefasto que em muitos homens.
O nascimento, portanto e para ambos os sexos, como memória de abandono ou rejeição, baseado na falta de amor inicial e básico, torna o ser humano deficiente emocionalmente; faltando o apoio  e o afecto  maternal de inicio à criança, esta torna-se logo desde criança mas mais em adolescente completamente rebelde e violenta em sociedade (nas escolas e nas ruas) e tudo o que faz reflecte essa carência na busca da mãe e do amor- ódio  em todas as suas actividades.
O homem quer luta por se afirmar e vai para a Guerra matar pessoas...matar é sinal de virilidade e a arma é um símbolo fálico - um conceito sobrevalorizado culturalmente nas sociedade patriarcais e que visam a tirar o papel às mães desde o inicio. Sim, no meio disto tudo o Pai é um Mito, o mito  do herói e é esse herói ou bandido - por vezes a heroicidade não se distingue do crime - que o homem persegue e  quer ser ao perseguir os modelos do Homem patriarcal e a sua História de guerras e conquistas, de crimes e violações.

No entanto nas relações de adulto entre os sexos  é a mulher que se torna  sempre o bode expiatório do homem e não o contrário...é uma coisa tão inculcada tão secular que nenhum homem por melhor que seja deixa de o fazer - note-se, que em relação aos casamentos, as mulheres deviam ser bem mais novas que era para os cuidar na velhice - tudo estava programa nesse sentido da mulher ser exclusivamente o suporte do homem e não ter vida própria em sentido nenhuma...nenhum. Fossem as mulheres ricas fossem as mulheres pobres...
E agora com este verniz cultural da emancipação da mulher as probres das mulher de hoje pensam que alguma coisa mudou porque enquanto elas não saírem da linha que agora lhes está marcada, os homens contam-lhes até a história já não do "bandido" mas da igualdade de género e do feminismo...da esquerda...e da justiça mais igualdade - mulheres vamos lá fazer sexo grátis, mulher tomas tu a pilula e sofres tu as consequências as doenças se não queres engravidar vais abortar ou ficas presa - e esta mentira perdura há pelo menos quatro gerações ou quatro décadas...
Uma mentira que se prolonga e propaga ainda...perante este recuo ou retrocesso cultural em relação as mulheres em todo o mundo. Podemos querer festejar ou congratularmo-nos com o sucesso do Feminismo - mas a verdade é que tudo está a regredir e a andar para trás...desde o Deputado Europeu que afirma que as mulheres são menos inteligentes e deviam por isso ganhar menos do que os homens em plena Assembleia Europeia

rlp

Foto de Mizé jacinto

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