"NÃO SOU FEMINISTA, SOU ANTROPOLOGICAMENTE LÚCIDA" Ana Hatherly

quinta-feira, julho 27, 2017

A TRISTEZA NÃO PROVEM DA AUTO-IMPORTÂNCIA


A TRISTEZA VEM DO INFINITO

"A tristeza para os feiticeiros/as, não é pessoal (...) - E não é propriamente tristeza. É uma onda de energia que vem das profundezas do cosmos e atinge os feiticeiros/as quando estes estão receptivos, quando são como sintonizadores, capazes de captar ondas de rádio.
Os/as feiticeiros/as de outrora, que nos deram todo o formato da Magia, acreditavam que existe tristeza no universo, como uma força: um estado, como a luz, como a INTENÇÃO e que essa força perene actua em especial nos feiticeiros/as porque estes/as já não possuem quaisquer escudos defensivos. Não se pode esconder atrás dos seus amigos nem dos seus estudos. Não se podem esconder atrás do amor, do ódio, da felicidade nem da desgraça. NÃO SE PODEM ESCONDER ATRÁS DE NADA.
A condição do/a feiticeiro/a (...) é que a tristeza, para eles/as é abstracta. Não provém do anseio de algo, da carência de alguma coisa, nem da auto-importância. Não vem de MIM, vem do INFINITO."

in O LADO ACTIVO DO INFINITO
Carlos Castanheda

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