domingo, julho 10, 2016
sexta-feira, julho 08, 2016
O FEMININO É A MATRIZ DA CRIAÇÃO
"O feminino é a matriz da criação. Esta verdade é algo profundo e elementar, e toda mulher a conhece desde as células do seu corpo, desde a profundidade de seu instinto. A vida surge da substância de seu próprio corpo. As mulheres podem engravidar e dar à luz, ser participantes do maior mistério, que é trazer uma alma para o mundo. E, no entanto, nos esquecemos, ou nos foi privado, da profundidade deste mistério, de como a luz divina do alma cria um corpo no seio da mulher, e de como as mulheres participam neste mistério, entregando O seu próprio sangue, o seu próprio corpo, aquilo que vai nascer. O foco de nossa cultura em um Deus desencarnado, transcendente, deixou às mulheres despojadas, negando-lhes o carácter sagrado deste simples mistério do amor divino.
O que não nos damos conta é de que esta negação patriarcal não só diz respeito a todas as mulheres, mas também a própria vida. Quando negamos o mistério divino do feminino, também estamos negando algo fundamental à vida. Estamos separando a vida de seu núcleo sagrado, da matriz que alimenta toda a criação. Separamos nosso mundo da única fonte que pode curar, alimentá-lo e transformá-lo. A mesma fonte sagrada que nos deu a vida para cada um de nós é necessária para dar sentido à nossas vidas, para alimentá-las com o que é verdadeiro, e para revelar o mistério, o propósito divino de estar vivos."
Llewellyn Vaughan-Lee
O regresso de o feminino e a alma do mundo
Llewellyn Vaughan-Lee
O regresso de o feminino e a alma do mundo
Sim, digam-me lá...PORQUÊ?
Analisemos o sentido "esotérico" desta quadra de Bocage...
"A vida é filha da puta
A puta, é filha da vida
Nunca vi tanto filho da puta...
Na puta da minha vida"
...e ora aqui estou eu nessa disposição e para que não me confundam mais, peço que olhem bem para esta bela quadra e reflitam nas palavras do poeta, leiam e releiam como fazem os alquimistas, e digam-me se este não é o fulcro da nossa religião, tradição e cultura portuguesa?
Ora analisem como é que com quatro pequenas frases apenas toda a filosofia de um povo e de uma religião está explícita nesta quadra! E ela reflecte o pensamento português por excelência e de todos os homens cristãos...Mas cada português tem debaixo da língua uma delas a qualquer momento pronta a disparar...
E quem paga as favas desta filosofia, digam lá, quem é a culpada e a má da fita senão a "puta que os pariu" e tornou a vida numa puta? Mas como é que tal destino foi acontecer?
Mas vejam mais, sim, porquê puta, meu deus? Quem é afinal essa puta? Onde é que ela nasceu e quem foi que a criou? Não foi deus...pela certa...E como é que ela afinal em vez da MÃE simplesmente se tornou na puta que o pariu?
Porque meus senhores e senhoras, a religião dividiu assim a Mulher em duas. Ela inventou a santa no altar, mãe casta de que se não fala porque é santa ou a puta que paga as favas todas daquilo que tão mal pariu... TODOS MAS todos os homens são filhos da mãe...a quem alguém...resolveu apelidar de puta...
Mas porquê? Porque é que a vida e a mulher que (vos) pariu tem de ser a puta?
Sim, digam-me lá...PORQUÊ?
rlp
A RELIGIÃO E A MULHER
A RELIGIÃO O HOMEM E A MULHER...
... além da "essência espiritual" comum ao homem e a mulher, digamos a alma, há uma essência feminina pura e selvagem...que nada tem a ver á partida com o percurso dito espiritual também ele mais ou menos de cariz masculina, feito por homens e contra a mulher, sombra do pecado... É por isso que as religiões, tanto ocidentais como orientais, tornam a mulher o símbolo da origem do mal e por essa razão ela é submetida e inferiorizada perante o homem em casa e na Igreja e continua a sofrer diariamente de violência doméstica e psicológica no trabalho.
Eu quando falo de Feminino Sagrado, refiro-me a uma Essência do Feminino (valores como emoção, intuição, percepção extrasensorial, ligados ao hemisfério cerebral direito, desactivado...) independentemente da questão espiritual...essa essência feminina, essa MATRIZ, é justamente o que as religiões patriarcais negam e culpam. Portanto da mesma maneira que a mulher intelectual inserida no Sistema e seguindo os seus padrões se afasta da sua essência, também a mulher religiosa...que em vez de ser meramente um objecto sexual profano e causador da tentação do pobre do homem ou mãe reprodutora, se torna casta ou pura sendo freira ...ou reduzida ao símbolo da estupidez e da superficialidade absoluta como nesta imagem...
rlp
quinta-feira, julho 07, 2016
PORTUGAL...
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quere passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
Fernando Pessoa - MAR PORTUGUÊS
Á PARIS...
NÃO SEI QUE DIZER, NEM O QU E SENTIR...
...quando por detrás de toda esta loucura e pobreza, por detrás desta alienação humana de um alto propósito, de uma História, de uma Grandeza, uma Nação inteira grita envolta na sua bandeira, embriagada pelo sonho de ver a Pátria em glória - mesmo que essa glória seja rasteira, básica e lúdica, que revela o mais baixo da crença do ser, afinal aquilo a que se reduziu um povo - há restos de nobreza na alma desse povo, como se estivéssemos perto de vencer...não sei o quê.
Por uns dias Portugal volta a ser grande e milhares senão milhões de portugueses espalhados no Mundo sentirão essa vã glória de se sentirem irmanados por algo. Sim, os emigrantes sentem esse IMENSO ORGULHO - todos os dias ferido - pela humilhação e rebaixamento que sofrem no trabalho mais pesado, o mais baixo salário ...
Sim, no mínimo, penso, vingam-se os portugueses emigrantes em França, Inglaterra, na Suíça, na Bélgica na Alemanha...e no mundo inteiro, deixados à sua sorte por dirigentes corruptos e elites dominantes que exploram e reduzem o Pais à miséria e ao deficit...etc. etc.
rlp
terça-feira, julho 05, 2016
UM DEUS MISÓGINO...
É PREFERÍVEL A MORTE A VIVER SEM DIGNIDADE...?
Mayssa Charrouf, uma jovem palestiniana na Jordânia, de 18 anos, acabou de se suicidar. Ela deixou uma carta de despedida comovente. Aqui estão algumas palavras:
" Eu não sei se Deus fez bem em me criar e me deixar viver entre estas pessoas. Todos me olham de lado quando ando na rua. Eles me chamam de puta, só porque me recuso a me comportar como uma mulher / escrava... Deus sabe que o seu reino aqui na terra tornou-se o teatro de um massacre diário? Será que ele fez deliberadamente esta terra oriental, onde ele enviou seus profetas, um cemitério para as mulheres?... Quem disse que a morte é uma coisa ruim e que a vida é muito melhor? É isto vida o ser constantemente violentada, estrangulada e espancada? Estou desolada pela nossa situação, nós mulheres do médio-Orientais, de sermos incapazes de nos defender. Estou cheia de ódio face a esta injustiça. Sou atormentada por esse assédio diário e por este vocábulo da puta que nos espreita a cada esquina, sem podermos fazer nada. Morremos todos os dias muitas vezes quando sentimos essa impotência... Eu quero renascer. Este mundo é estreito demais para mim. Preciso de jardins espaçosos e nuvens para sonhar. Eu quero viver."
segunda-feira, julho 04, 2016
QUE LIBERDADE DE ESCOLHA?
SÃO AS MULHERES LIVRES?
COMO AS MULHERES MODERNAS DEFENDEM "A PUTA" - embora tendo consciência da sua dicotomia, expressa entre a ideia da mulher séria (e honesta, de um só homem) por um lado e do outro a rameira (a puta que vai com todos), elas optam por se afirmar rameiras. Cada vez mais elas escolhem a via dos homens, em ser iguais e terem tantos homens como eles podem ter mulheres - elas defendem o mesmo direito, a mesma liberdade de usar o corpo e servirem-se do sexo, como se a Mulher fosse apenas um corpo e um buraco...é aqui minhas amigas que entra a consciência imperiosa da Mulher integrada, nem santa nem puta, nem rameira ou meretriz, mas apenas MULHER INTEIRA, consciente de si e da sua totalidade e não manipulável por esta mentalidade falocrática e patriarcal.
Esta "liberdade" e a "igualdade" sexual (falocrática) que defendem leva-as a essa loucura e promiscuidade, sem perceber que nunca ficam a ganhar e são sempre exploradas pelas Mafias e pelos Mídea, pela publicidade, o cinema e a televisão, pela pornografia, e usadas e deitadas fora. Mas infelizmente parece que é esse o mundo que escolhem?
Partindo até de um pondo de vista razoável e em defesa da sua liberdade legitima, sem duvida, a menina que escreve o texto abaixo, não percebe, como quase todas as mulheres "modernas" não percebem, que acabam em nome dessa liberdade por fazer exactamente o que os homens querem que elas façam: que fiquem exposta para serem consumidas e que sejam rameiras de facto, que tomem a iniciativa e que se ofereçam de graça.
Esta ingénua igualdade que estas jovens mulheres defendem de a mulher ser igual ao homem na cama e nos seus apetites sexuais, em nome da liberdades do seu corpo - andar nuas ou fazer topless nas ruas? - é o que os homens fizeram sempre na publicidade e na pornografia, vendendo-a...
Afinal elas outorgam-se o direito de como eles de fazer o mesmo o que equivale também a "comer" tantos homens como eles "comem" mulheres. Isto é, sem sombra de preconceito, de uma falta de consciência de si enorme e falta de respeito pelo seu corpo sagrado de mulher, e mostra efectivamente como estas mulheres estão tão longe da sua verdadeira essência.
Elas nem se apercebem na sua estupidez cultural que cada vez mais as mulheres estão ao serviço dos homens já não em nome do seu dever de esposa e mãe, mas em nome da sua liberdade sexual - eles agora já não precisam de trabalhar para sustentar as mulheres no lar, porque elas trabalham mais do que eles, como não precisam de casar para ter uma mulher em casa, como nem precisam ir às putas ou aos bares e boîtes porque são elas que estão todas para ai viradas - é em nome da "igualdade de géneros" - porque as mulheres "livres e emancipadas" - que vão com todos (?) os que lhes apetecer e dizem por prazer, só não percebem que é ainda o prazer deles...
As mulheres são as rameiras livres que já não se fazem pagar?
rlp
MULHERENGOS E RAMEIRAS
"É puta. É rameira. É bêbada. É tonta. É burra. É oferecida. Mulher de extremos é sempre qualquer coisa má. Porque homem que dorme com muitas mulheres, é mulherengo. Mas mulher que se deite com uma parafernália de gajos, é uma vaca. Não é uma homerenga. Não. Não é uma Don Juan. É uma prostituta. Não é uma conquistadora. É uma oferecida. Porque a ela lhe está vedada a liberdade do seu corpo aos olhos do mundo. Porque o “demais” está inscrito na social genética moralista. Como se houvesse um limite. Dez no currículo ainda vá. Quinze é muito. Demasiado. Quinze? Uma cabra. Vai com todos. Porque para ela, a mulher, há um limite intransponível de recato e decência. Como se fossem valores intrínsecos à sua condição de mulher decente. Porque mulher com decote é aquela que está a “querer levar com ele”. Mas o peito musculado do homem, numa bacoca t-shirt colante, é de quem se cuida. De quem tem vaidade no que trata. Mulher de saia curta é vagabunda. Quer que olhem. Quer que falem. Quer que cobicem. Quer mais qualquer coisa. Está pedi-las. E as calças justas com que ele sai à noite é de quem revela os glúteos firmes. Homem de calça justa é macho. É de homem que sabe o que vale e o mostra com orgulho.
Mulher que chega a casa e prepara um jantar ao ritmo de um copo de vinho, é fraca. Precisa daquilo para relaxar. Porque a cerveja que ele tira do frigorífico para ver o futebol é um adereço, com certeza. Como um brinco que ela coloca quando sai à noite. Mulher que bebe duas caipirinhas numa hora, é coitada. Quase adita. Sem rei nem roque. Vai acabar a vomitar-se porque não aguenta. Homem que engole um whiskey ou dois depois do jantar é maduro. Conforta a digestão nesse ritual boémio. Mulher é bêbada. Homem é ébrio.
Nesta dicotomia do género, amorfa, ofensiva e humilhante, gera-se o contágio do mito. O mandamento milenar do que deve ser, baseado na convicção de que somos diferentes. Demasiado diferentes e com papéis sociais demasiado definidos para que haja o desvio. Mulher não bebe muito. Não se mostra muito. Não pina muito. E enquanto não destacarmos estes rótulos, ficaremos empedernidos no tempo, no vácuo da moral e dos costumes. Somos diferentes. Mas somos iguais nas escolhas. O meu corpo. O meu direito. O meu gosto. O meu prazer. O meu desejo. As minhas escolhas… e, sobre essas, que ninguém opine. Escolherei, sempre, ser uma meretriz oferecida e bêbada mas livre. "
rita marrafa de carvalho
in maria capazes
Afinal elas outorgam-se o direito de como eles de fazer o mesmo o que equivale também a "comer" tantos homens como eles "comem" mulheres. Isto é, sem sombra de preconceito, de uma falta de consciência de si enorme e falta de respeito pelo seu corpo sagrado de mulher, e mostra efectivamente como estas mulheres estão tão longe da sua verdadeira essência.
Elas nem se apercebem na sua estupidez cultural que cada vez mais as mulheres estão ao serviço dos homens já não em nome do seu dever de esposa e mãe, mas em nome da sua liberdade sexual - eles agora já não precisam de trabalhar para sustentar as mulheres no lar, porque elas trabalham mais do que eles, como não precisam de casar para ter uma mulher em casa, como nem precisam ir às putas ou aos bares e boîtes porque são elas que estão todas para ai viradas - é em nome da "igualdade de géneros" - porque as mulheres "livres e emancipadas" - que vão com todos (?) os que lhes apetecer e dizem por prazer, só não percebem que é ainda o prazer deles...
As mulheres são as rameiras livres que já não se fazem pagar?
rlp
MULHERENGOS E RAMEIRAS
"É puta. É rameira. É bêbada. É tonta. É burra. É oferecida. Mulher de extremos é sempre qualquer coisa má. Porque homem que dorme com muitas mulheres, é mulherengo. Mas mulher que se deite com uma parafernália de gajos, é uma vaca. Não é uma homerenga. Não. Não é uma Don Juan. É uma prostituta. Não é uma conquistadora. É uma oferecida. Porque a ela lhe está vedada a liberdade do seu corpo aos olhos do mundo. Porque o “demais” está inscrito na social genética moralista. Como se houvesse um limite. Dez no currículo ainda vá. Quinze é muito. Demasiado. Quinze? Uma cabra. Vai com todos. Porque para ela, a mulher, há um limite intransponível de recato e decência. Como se fossem valores intrínsecos à sua condição de mulher decente. Porque mulher com decote é aquela que está a “querer levar com ele”. Mas o peito musculado do homem, numa bacoca t-shirt colante, é de quem se cuida. De quem tem vaidade no que trata. Mulher de saia curta é vagabunda. Quer que olhem. Quer que falem. Quer que cobicem. Quer mais qualquer coisa. Está pedi-las. E as calças justas com que ele sai à noite é de quem revela os glúteos firmes. Homem de calça justa é macho. É de homem que sabe o que vale e o mostra com orgulho.
Mulher que chega a casa e prepara um jantar ao ritmo de um copo de vinho, é fraca. Precisa daquilo para relaxar. Porque a cerveja que ele tira do frigorífico para ver o futebol é um adereço, com certeza. Como um brinco que ela coloca quando sai à noite. Mulher que bebe duas caipirinhas numa hora, é coitada. Quase adita. Sem rei nem roque. Vai acabar a vomitar-se porque não aguenta. Homem que engole um whiskey ou dois depois do jantar é maduro. Conforta a digestão nesse ritual boémio. Mulher é bêbada. Homem é ébrio.
Nesta dicotomia do género, amorfa, ofensiva e humilhante, gera-se o contágio do mito. O mandamento milenar do que deve ser, baseado na convicção de que somos diferentes. Demasiado diferentes e com papéis sociais demasiado definidos para que haja o desvio. Mulher não bebe muito. Não se mostra muito. Não pina muito. E enquanto não destacarmos estes rótulos, ficaremos empedernidos no tempo, no vácuo da moral e dos costumes. Somos diferentes. Mas somos iguais nas escolhas. O meu corpo. O meu direito. O meu gosto. O meu prazer. O meu desejo. As minhas escolhas… e, sobre essas, que ninguém opine. Escolherei, sempre, ser uma meretriz oferecida e bêbada mas livre. "
rita marrafa de carvalho
in maria capazes
A MULHER CRIA O UNIVERSO
"A Mulher cria o universo, é o próprio corpo desse universo. A Mulher é o suporte dos três mundos, é a essência do nosso corpo. Não há outra felicidade senão aquela proporcionada pela Mulher. Não há outro caminho a não ser aquele que a Mulher pode abrir para nós. Nunca houve e nunca haverá, nem ontem, nem agora, nem amanhã, outra ventura que não seja a Mulher. Nem reino, nem lugar de peregrinação, nem yoga, nem oração, nem mantra (/formula magica), nem ascese, nem plenitude além daquela prodigalizada pela Mulher."
Shaktisangama-Tantra II. 52
Cada dia mais tenho dificuldade em ouvir mulheres ou ler mulheres (escritoras, jornalistas, ou ensaístas) a falar exclusivamente no masculino, em nome do homem, em deus e em irmandade, como se elas não existissem. Fico sempre a pensar se aquilo tem alguma coisa a ver comigo...é uma sensação estranha...estar fora do discurso, sentir esta exclusão do feminino na linguagem oral e escrita...enfim no discurso espiritual, académico e cientifico.
Ah pois "feminista" dizem os homens e essas mulheres sem identidade...
Aqui tem um discurso que não me diz nada ou diz tudo dessa alienação da mulher onde não há lua, não há deusa, não há mãe, não há irmã, não há feminino. Não, não entendo este "altruísmo" este "eu comum" só aos homens. Obviamente a mulher está fora da sua "era dourada"! RLP
EIS O EXEMPLO DE UMA MULHER "ESPIRITUAL" QUE NESTE PLANO HUMANO SE NEGA COMO MULHER...
"Só existe um Sol, e cada energia em nossa Terra não passa de alguma forma de força solar; e assim como um só Sol alimenta toda a Terra, um só Eu brilha em todos os corações. Só existe uma blasfêmia - a negação de Deus no homem. Só existe uma heresia - a heresia da separatividade, que diz: "Sou outro além de ti, nós não somos um só". Para a redenção do mundo nós precisamos mais do que altruísmo, por mais nobre que ele seja. Precisamos aprender a anulação do eu individual, o sacrifício, a auto-entrega, mas não estaremos firmes no Um antes de podermos dizer "Não há outros; é o Eu em tudo". Quando todos os homens disserem isso o mundo conhecerá sua Era Dourada: quando um homem diz isso através de sua vida, sua presença é uma bênção onde quer que ele vá. Somos irmãos, mas mais que irmãos. Os irmãos têm apenas um mesmo pai; nós temos um Eu comum. Em tudo à nossa volta vejamos a Glória do Eu, e lembremos que negar o Eu no mais baixo é negá-lo em nós mesmos e em Deus."
Anne Besant
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