sábado, julho 20, 2002

Um poema ao contrário no espelho...falar uma outra língua que ninguém, nem nós percebemos.
E assim que me sinto há dias sem conseguir publicar devido a um error 503 que não entendo.


E em vez da técnica e vem a Fé em qualquer coisa que controla tudo até mesmo a máquina,
o acaso, quem sabe?
Eu posto isto, mas não vai aparecer senão quando os deuses das máquinas quiserem...


MEGAMI AUT A


:oãçaroc uem od odnuf siam on adavarg megami aut a ohneT
.meêv et sovren e sarbif ,sonretni sohlo.

oir mu omoc eugnas uem on erroC
.res uet od etnerroc an ravel em-oxied ue e

em-ogre e avies aut a obeB
ahníar sé euq me olpmet od anuloc a omoc
.ragirba ossop et euq me ratla odargas siam on ahnim e

sohlo suet so amla a em-madrauG
.otseg adac me e oicnêlis adac a meuges em euq
....sép suet a etnemevaus recemroda e ertnev o et-raçarba aireuQ

ajergi amu ed atrop à etnidep o omoC
,anrete é edes ahnim a ,otresed o adamón o uo
!icsan euq me arret ad e uéc od eãm ó

"oidúlerP e atanoS - otsecnI rehluM" ni

É estranho mesmo ver no Espelho o que escrevemos,
tal como nos vimos a nós próprios no espelho sem perceber a diferença...

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