quinta-feira, março 11, 2004

Hoje de tarde nos encontraremos. E não te falarei sequer nisso que escrevo e que contém o que sou e que te dou de presente sem que me leias. Nunca lerás o que escrevo. E quando eu tiver anotado o meu segredo de ser – jogarei fora como se fosse ao mar. Escrevo-te porque não chegas a aceitar o que sou. (...)

Clarice Lispector

Nunca ninguém chega a aceitar ninguém como cada um é...
Todos nos julgamos únicos e os verdadeiros, quase sempre...
É a afirmação do ego em vez do Ser Universal.

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