sábado, março 12, 2005

AS MULHERES SOCIALISTAS REVOLTADAS COM SÓCRATES

Segundo a afirmação de uma militante do PS o 1º Ministro terá dito, como argumento de peso à não inclusão de mais mulheres no seu Governo, TEXTUALMENTE: “Para se ser do Governo é preciso haver confiança e confidencialidade”...

Cá está a velha desconfiança das mulheres e do seu "fraco carácter"...não merecem confiança nem são capazes de confidencialidade, isto é, gostam de dar à língua como diz o povinho, e são bisbilhoteiras...
O rapaz denunciou-se sem querer, pois isto é o que ele pensa realmente das mulheres; ao menos não usou disfarces! E tem razão: as mulheres verdadeiras nunca serão “politicamente correctas”...

“E NÃO HÁ MULHERES DO PS?”

“A quase ausência de mulheres no Governo acontece sem que ninguém tenha dado sequer um suspiro, porque o poder em Portugal é misógino, visto como assunto de homens, uma coisa para ser tratada com gravata ao pescoço e sem maquilhagem. Num país em que maioritariamente as mulheres trabalham fora de casa, estão em igualdade nas faculdades, há uma esfera que lhes continua vedada: a do poder. (...)
Mulheres no poder, só com caracter aleatório.”

(Excerto de artigo de São José Almeida, no Público)

Tenho a certeza de que houve mesmo um suspiro de alívio em cada um dos Senhores do Governo...As mulheres se não for “com carácter aleatório”, para brincar e animar as festas, não fazem falta...Eles não gostam mesmo das mais proeminentes - Ana Gomes, Helena Roseta, Sónia Fertuzinhos, e mesmo as mais caladinhas como a Maria de Belém ou a mais bem falante Edite Estrela.

Eles são misóginos, os nossos governantes...

“homens com pés pequenos
e cabeça a condizer”. Y.C.

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