Homem 'grávido' deu à luz uma menina HELENA TECEDEIRO (- as aspas deviam estar em “Homem” grávido deu à luz uma menina” e não em grávido…)
EUA. Thomas Beatie nasceu mulher e manteve os órgãos femininos
Fonte hospitalar garantiu à ABC ter-se tratado de parto natural
Conhecido como o "homem grávido", Thomas Beatie deu à luz uma menina no hospital de Bend, a cidade onde vive no estado americano do Oregon. Nascido Tracy Lagondino, há dez anos este iniciou um processo de mudança de sexo, mas apesar da barba que a testosterona lhe deu
Beatie manteve os órgãos reprodutores femininos, o que lhe permitiu engravidar.
"Ter filhos não é um desejo masculino ou feminino. É uma necessidade humana. Sou uma pessoa e tenho direito a ter um filho biológico", dissera Beatie a Oprah Winfrey em Abril. Para concretizar o seu sonho, Beatie e Nancy recorreram a um banco de esperma e compraram uma seringa como as usadas pelos veterinários para alimentar as aves. Terá sido com esta que a própria Nancy realizou a inseminação artificial do marido, na vivenda onde ambos vivem. Nas últimas semanas, Beatie reconheceu estar nervoso com a aproximação do parto. E declarou ao site australiano LiveNews:
"Serei o pai da minha filha e Nancy será a sua mãe. Vamos ser uma família normal". (...) in dn
# Coisas erradas neste texto:1ª O parto não foi natural…
2º Ter filhos não é uma necessidade humana e menos ainda só por se ser uma pessoa…tem de se ser fêmea…só a fêmea pode ter um filho biológico tal como só o macho o pode fecundar o que não é o caso…
3º A mãe ser o pai não é constituir uma família normal.
Não é preciso ser retrógrada para pensar na natureza das coisas, na natureza ponto final.
Toda esta polémica à volta do casamento dos homossexuais e da mudança de sexos não é nada natural. Aliás nem o casamento é um acto natural…ele foi inventado como uma forma de controlar as mulheres e a procriação por interesse do Estado e depois da Igreja.
Eu tenho e sempre tive uma grande aversão ao casamento e escolhi não casar. Tive muitas razões e se eu quisesse viver com uma mulher continuaria a detestar a ideia de casar e a negar essa imagem burguesa e burlesca do casamento, essa festa que assinala um mero contrato social em que uma das partes ficava sujeita a outra, neste caso a mulher ao homem. Um contracto que visava a construção de uma família com fins económicos e cujo inicial pressuposto foi defender a propriedade privada e o património do homem, para manter a linha patrilinear. Não percebo como é que são os marxistas e os revolucionários a defender estas teses...
Claro que a Igreja fez desse contracto uma pantomina e dominou impondo os limites dessa moral – lançando uma anátema à mulher celibatária - e as pessoas que à partida não queriam constituir família, que se revoltaram com as instituições, ao fazerem outras opções, e que não podem gerar filhos no caso dos homossexuais (e o ser ou não homossexual devia ser uma coisa natural), mudaram de ideias e pensam AGORA que casar é que é um direito…e afinal querem é constituir outra "família" à maneira deles…e isso para mim já não é natural, como o ter mãe por pai e pai por mãe…ou dois pais ou duas mães… isso é que não se entende… sim não é preciso ser retrógrada para perceber que a confusão e a desordem social e psicológica é muito grande…
Estes aspectos e outros que a nossa democracia debate e chama reaccionários e retrógrados a quem pensa naturalmente a ordem natural das coisas – e da qual estamos muito afastados - é o sinal dos tempos apocalípticos em que vivemos e a falta de valores em todos os sentidos ou a falta dos verdadeiros princípios…Sim, essa falta de princípios ou o desequilíbrio dos Princípios feminino e masculino, geram ou geraram a maior confusão na mente humana!
Se os Pólos Opostos da Natureza Humana, os Princípios feminino yin e o Princípio masculino yang estivessem equilibrados, se a mulher fosse a Mulher e o homem fosse o Homem apenas e independentemente das suas preferências sexuais - e é caso para se dizer que o cu não tem nada a ver com as calças…- se a Natureza dos seres fosse a natural, aquela com que se nasce e não viesse uma moral ou religião, uma filosofia ou uma ciência a definir o que é normal, seres humanos seriam só SERES HUMANOS e como os animais - os únicos seres ao cimo do Planeta que ainda preservam a sua identidade quando não os assassinamos - viveriam naturalmente as suas uniões de facto ou de acaso com mulheres ou homens a três ou em grupo sem que nenhuma aberração, operação, castração ou mutilação fosse precisa.
O ser humano ao querer sair da teia que a sociedade teceu à sua volta e o aprisiona, ao querer libertar-se tantas vezes cai irremediavelmente nas suas armadilhas…e esta do casamento homossexual é uma delas.
Olá se é…com isca e tudo…
Se me acharem reaccionária e retrógrada eu digo-vos que sou apenas naturalista e super-realista. Ou se quiserem a única revolucionária de verdade…porque o Homen ao querer mudar aquilo que a natureza criou perfeito, ainda que aparentemente com defeito, por ideias e conceitos, preconceitos, medo e ignorância não só se destroem a si mesmos como ao Planeta.
Toda esta confusão sexual, na afirmação de uma sexualidade sem profundidade e sem metafísica, gera destruição do ser natural e diversificado (cada um nasce o que nasce) e da vida em geral. E aí temos o caos à porta…só não vê quem é cego…e é caso para se dizer que somos todos cegos…eu também, senão não andava aqui a bater nos ceguinhos...rlp