domingo, maio 16, 2010

O MAIOR PROBLEMA DA HUMANIDADE

AS MULHERES NÃO ESTÃO EM CONTACTO COM O PRINCÍPIO FEMININO

"Não raramente ouvimos a informação de que não há nenhuma diferença essencial entre homens e mulheres, excepto a diferença biológica. Muitas mulheres têm aceite esse ponto de vista e têm feito muito para alimentá-lo. Têm se sentido contentes em serem homens de sais e assim perderam o contacto com o princípio feminino dentro delas mesmas. Essa talvez seja a causa principal da infelicidade e instabilidade emocional hoje em dia. Ora, se a mulher está fora de contacto com o seu princípio feminino, que dita as leis da integração, não pode assumir o comando do que é , afinal de contas, o domínio de feminino, ou seja, o das relações humanas. E, até que o faça, não poderá haver muita esperança de ordem nesse aspecto da vida.
Muitas mulheres sofrem seriamente na sua vida pessoal por esse abandono do princípio feminino.
São incapazes de relacionamentos satisfatórios, ou podem mesmo cair em neurose pela inadequação do seu desenvolvimento nessa área, que é das mais essenciais. Por essa razão, a relação de uma mulher com o princípio feminino dentro de si mesma não é um problema pessoal, mas também um problema geral, até universal para todas as mulheres. É um problema da humanidade.


(...)
É preciso considerar que a essência ou princípio feminino NÃO PODE SER ENTENDIDA ATRAVÉS DE UM ESTUDO INTELECTUAL OU ACADÉMICO. A ESSÊNCIA ÍNTIMA DO PRINCÍPIO FEMININO não se permite tal ataque, o sentido real da feminilidade sempre escapa ao interrogador directo. Essa é a razão pela qual as mulheres são misteriosas para os homens – isto é, para o homem que persiste em tentar compreender intelectualmente a mulher.


In OS MISTÉRIOS DA MULHER
M. ESTHER HARDING

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A "EVOLUÇÃO" DA MULHER NESTES ANOS DE DEMOCRACIA...


Neste excerto que apresento encontra-se o núcleo de todo o problema da humanidade. Passado um século podemos agora ver melhor as consequências nefastas da falta do feminino no MUNDO, quer na mulher quer no homem, pelo estado de devastação e desequilíbrio das forças da Natureza a que chegamos, devido à danosa gestão política e económica do Poder Masculino que culmina, em mais um império bélico, na guerra aberta e oculta aos países "perigosos", na propagação da fome de milhares de crianças no planeta e na violência crescente contra as mulheres em todos os continentes, como reacção à dominação maciça desse império de guerra, que ameaça todas as nações. A força cega desse Império negro avança contra todos os povos...

Desse modo podemos ver também
o fosso cada vez maior entre oriente e ocidente cavado pelos dois maiores monstros devoradores da História da Humanidade e que são as duas grandes religiões patriarcais dominantes, a islâmica e a cristã, usadas abusivamente pelos seus líderes, religiões fundamentalistas que reduziram o princípio feminino e a mulher “a um verbo de encher”, a um objecto de procriação ou prazer, violada, espancada ou apedrejada pelos maridos quer no oriente quer no ocidente.

Em qualquer uma dessas religiões a mulher é sonegada, inferiorizada ou diabolizada, assim como lhe foi retirada toda a participação efectiva na vida religiosa, familiar e social, destituindo-a de dignidade logo à nascença e de discernimento pessoal nas escolas, pela aplicação sistemática do velho preconceito dogmático, secular religioso contra a mulher, como culpada da queda do homem.


Factos óbvios em relação à exploração da mulher em todo o oriente como no ocidente, embora aqui camuflados de liberdade e emancipação, onde a mulher “se afirma” no trabalho ou como símbolo sexual. Estas conquistas correspondem porem a uma mulher masculinizada ou travestiada, que aceitou as regras falocráticas para vencer e manter-se em igualdade no poder masculino, no exercício da força e dominação, em profissões agressivas como o exército e a polícia, ou mesmo na política como ministra – exemplo mundial: “a dama de ferro” como foi o caso da senhora Tacther...ou as mais recentes Senhora Merkel na Alemanha ou as “mulheres” fortes da política bélica americana Condolence Rice ou Hilary Clinton.
Mulheres que se encontram nos antípodas do Princípio Feminino e que não só desconhecem como rejeitam em absoluto a sua essência feminina!
rosa leonor pedro

2 comentários:

eu sou anfibia disse...

é rosa querida...
nem precisamos ir tão longe, mencionando mulheres de visibilidade. todo dia nós mesmas 'precisamos'entrar à força no mundo masculino, através da castração da nossa natureza na linearidade de um emprego qualquer, por exemplo...
ando muito angustiada pois sou uma mãe que leva deveras a sério a educação de gente, não de zumbis, e, sou forçada, para conseguir dinheiro e sustentar a mim e minha criança, a 'lutar' nesse sistema odioso que me embota o espírito, como um álcool qualquer.
rede de mulheres já!

Gaia Lil disse...

Em estátuas femininas muito mais antigas a Grande Deusa tem uma serpente ao seus pés, serpente que era símbolo da sabedoria e revelação da Mãe.Em muitas estátuas cristãs Maria é representada pisando uma serpente.Mas nós que A servimos sabemos a Verdade.

Abraços e sinto muitas saudades tuas