quarta-feira, março 05, 2014

A GUERRA SURDA CONTRA AS MULHERES...

"É mesmo preciso ter a menstruação?"

CIÊNCIA MALDITA - OU MAGIA NEGRA EM CURSO...INSTITUIDA PELOS GRANDES MAGOS A QUE CHAMAM CIENTISTAS...


Este é o horror de como o ataque concertado pela industria farmacêutica à natureza intrínseca e à evolução e consciencialização da mulher que está em curso...acabei de escrever mais a baixo um texto sobre este ataque pela parte das alternativas...mas isto é ainda mais assustador porque passa por "ciência"...afinal não mais do que a ciência negra!

E ainda falam de não haver quaisquer riscos para a saúde da mulher...na verdade é só a destruição cabal da natureza feminina e da sua biologia, da sua natureza e ciclos...Isto é um atentado gravíssimo contra a mulher de que as grande maior das mulheres, totalmente alienadas hoje dos seus processos naturais, embalará como embalou com a pilula e outros químicos que hoje está provado são causa da maioria das doenças de foro feminino...

RLP

 


"Cólicas, dores de cabeça, inchaço e alterações de humor são alguns dos sintomas menstruais que atormentam as mulheres em idade fértil. Acabar com "aqueles dias" é possível. Suspender a menstruação é uma decisão cada vez mais comum entre as mulheres, sobretudo as mais jovens. Nos EUA já há contracetivos hormonais que acabam com a menstruação ou que fazem que ela venha apenas de três em três meses, mas por cá a solução é a toma contínua das pílulas anticoncecionais disponíveis no mercado. Uma alternativa para pôr fim ao drama da tensão pré-menstrual (TPM) que, segundo os especialistas ouvidos pelo DN, não tem desvantagens ou riscos.    

Os contracetivos orais clássicos são administrados de forma cíclica, na maioria das marcas, com 21 dias seguidos de toma e sete dias de pausa. "O problema da pílula diária é, muitas vezes, o esquecimento, sobretudo na reintrodução. O que fazemos nesse caso? Muitas vezes aconselhamos o uso contínuo, sem que seja feita a semana de privação", diz Teresa Bombas, secretária-geral da Sociedade Portuguesa da Contraceção (SPDC).

Nesse caso, é a mulher que decide quando quer parar de tomar o contracetivo. Segundo a especialista, esta fórmula "não tem quaisquer riscos" para a saúde.
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