O SORRISO DE PANDORA

“Jamais reconheci e nem reconhecerei a autoridade de nenhuma pretensa divindade, de alguma autoridade robotizada, demoníaca ou evolutiva que me afronte com alguma acusação de pecadora, herege, traidora ou o que seja. Não há um só, dentre todos os viventes, a quem eu considere mais do que a mim mesma. Contudo nada existe em mim que me permita sentir-me melhor do que qualquer outro vivente. Respeito todos, mas a ninguém me submeto. Rendo-me à beleza de um simples torrão de terra, à de uma gotícula de água, à de uma flor, à de um sorriso de qualquer face, mas não me rendo a qualquer autoridade instituída pela estupidez evolutiva da hora. Enfim, nada imponho sobre os ombros alheios, mas nada permito que me seja imposto de bom grado Libertei-me do peso desses conceitos equivocados e assumi-me como agente do processo de me dignificar a mim mesma, como também a vida que me é dispensada. Procuro homenageá-la com as minhas posturas e atitudes e nada mais almejo. É tudo o que posso dizer aqueles a quem considero meus filhos e filhas da Terra. “ In O SORRISO DE PANDORA, Jan Val Ellam

sexta-feira, julho 30, 2021

UMA HISTÓRIA QUE SE REPETE...



Por Dr. Ricardo Graça


Antes da pandemia, Portugal era um mero exercício de politica e escravidão. A liberdade humana passou a estar dependente do dinheiro.
O amor já tinha sido morto e a amizade ia pelo mesmo caminho. O sexo tinha sido banalizado e usado como moeda de troca. As pessoas viviam para pagar contas e sobreviver. Não existia respeito algum, nem valores. Quem os apregoasse era um lunático que tinha parado no tempo. A hipocrisia e o socialmente correcto tornaram-se formas de viver na sociedade. O parecer, valia mais que o ser. Existiam os espertos que eram, os que faziam tudo por dinheiro e os burros que eram os restantes. Ia-se para a política para se ter tacho. As crianças e adolescentes viviam em torno de um telemóvel e de um computador. Os pais despachavam-nas sempre que podiam, porque davam muito trabalho a aturar. Os idosos eram largados em lares sem quaisquer condições, esperando ali a morte. Ou então, aguardavam nos bancos do jardim que a morte viesse um dia. As famílias eram desunidas e até lutavam no seu próprio seio. Existia, cada vez mais, corrupção, ilegalidade e abusos de todo o género. Já se vivia num cenário pré-apocalíptico e ninguém fazia nada. Ano após ano, tudo piorava. No entanto, sempre acreditei que assim seria até à progressiva destruição de todos. Seria óbvio que, o caos fosse cada vez mais progressivo até que fosse o fim de todos.
 
Mas não, foi lançado este plano mundial com o pretexto de uma pandemia. Assim, eles próprios romperam com o próprio sistema social errático e completamente a seu favor. Estavam com pressa. Porque será? Embora este plano seja muito pensado, a meu ver, foi mal planeado. Porque está acente em estratégias absurdas e com um grau de previsibilidade enorme. A velocidade deles tem o embalo hipnótico das massas como aliado, mas tem a mediocridade como defeito (total!). Diz a sabedoria que, depressa e bem não faz ninguém. Outro problema deles, é o plano ser mundial (sim, parecem ter mais força ao ser mundial), mas como se pode executar um plano mundial entre os costumes próprios de um povo? E na dimensão nacional concreta de um país? No clima e hábitos particulares, até das próprias regiões de um país? Encerro este longo pensamento, com uma simples reflexão: Sabem porque os Nazis perderam a guerra? Quais foram os erros deles? Pois, a história irá repetir-se novamente. Não tenham dúvidas disso! Mesmo que Vos pareça que, eles têm tudo ganho... Para caírem, só dependerá de tempo e até se estão a aguentar bem. Eles irão fazer o que sabem e nada mais que isso. O que sabem, é muito pouco para o que querem. Aliás, já era pouco, por isso eles já estavam mal. Por isso necessitaram de fazer isto e criar uma situação extrema. Obviamente que, numa situação extrema destas (será cada vez mais), os alicerces vão cair e um novo mundo surgirá. Um novo mundo será construído e nele estes vão deixar de existir.


A FALSA LIBERDADE...



Por Sergio Lara

"SOBRE O PASSAPORTE SANITÁRIO


O cartão verde é um reconhecimento que é entregue a todos os que escolheram participar da experimentação tecnológica-farmacêutica em curso. Embora, de acordo com os próprios órgãos oficiais (governos e autoridades sanitárias), não conceda qualquer benefício sanitário, enquanto permite o contágio e o desenvolvimento da doença, se implicar uma série de benefícios sociais a quem a porta. Em particular, permite recuperar algum (repito, apenas alguns) dos direitos que, nestes últimos meses, foram limitados
Além de conceder a liberdade que promete, este certificado representa mais um elo na cadeia da escravidão, pois a sua renovação dependerá não só de futuras doses frequentes do soma de turno, mas também dependerá dos caprichos e desígnios do grupo de Autarquias que foram criadas em mestres da própria humanidade.
É palpável que se trata de mais um elemento na dinâmica de controlo, revestido de modernidade pelo formato digital que apresenta; fazendo parte também do merchandising de moda, junto aos restantes acessorios estrela da temporada. O seu aparente atraente que contrasta com a verdadeira finalidade é um excelente reflexo da sociedade atual, que se vangloria de estar salvando o mundo enquanto desconhece que cava a sua própria cova
Não é por acaso que se fale de uma credencial ′′ Verde ", cor de acordo com a nova mentalidade ecológica-sustentável; ambas as situações sem uma relação aparente entre si, a não ser que o portador de carteirinha tivesse ficado marcado com alguma substância que torne impossível a sua descendência ou a de suas haste, ou até mesmo se tornar candidato direto a aliviar a taxa populacional
Toda vez que o passe é usado alimenta-se o egrégora do sujeito programado, submisso e normalizado que caminha para o transumanismo, enquanto vai perdendo sua essência, intuição, criatividade, intelecto, contato físico com os outros, conexão emocional. e sua própria alma
Teria certamente sido mais acertado catalogar o salvo-conduto como negro, pelas consequências funestas que podem decorrer da sua existência se permitirmos que as nossas atividades diárias fiquem à mercê de um papel
Sergio Lara


sexta-feira, julho 23, 2021

É URGENTE PENSAR



INTERESSANTE ARTIGO PARA REFLEXÃO.

Não podemos embarcar cegamente na nave única da Verdade "só por que sim" porque só há uma Verdade e temos que nos sujeitar a ela sem questionar minimamente os "prós e os contra". A vacina não é obrigatória, pensar é preciso.


Por: Nuno Dias

"Dedicado aos que pensam que, quem não se quer vacinar é um egoísta e um imbecil, que não pensa na saúde dos outros e prefere continuar por aí a infectar-se e a infectar toda a gente.
Ora bem, vou dar-lhes algo para reflectir, assim queiram ou consigam, mas não vou justificar com estudos ou colocar referências de nomes, vídeos ou textos. Cada um que faça o seu trabalho de casa. A preguiça, por aqui, paga-se:
Caro colaboracionista,

1.Já terá ouvido falar que as vacinas são experimentais e com aprovação condicionada? Saberá porquê? Dou uma dica: Segurança. Não foi garantida em qualquer estudo de médio ou longo prazo. Para nenhuma.
Se as tomou, nem sequer está a servir de cobaia, porque nem se faz vigilância epidemiológica, nem estão definidos grupos de controle para que se possa estudar os seus efeitos na sociedade. Os grupos de controle, prévios à aprovação condicionada, foram desfeitos pela vacinação dos intervenientes do grupo placebo.
Se as tomou, saiba que a responsabilidade é sua, se morrer ou tiver sequelas graves, as farmacêuticas estão livres de qualquer responsabilidade judicial e os governos, ora os governos...
Lembra-se daquela declaraçãozinha que assinou quando levou a pica, lembra? Foi realmente informado dos efeitos secundários graves implicados? Mas deu o consentimento, não deu? Pois é...
Estão a ser injectadas centenas de milhões de pessoas sem haver qualquer noção da segurança das vacinas.
Não haverá por aqui uma irresponsabilidadezinha qualquer?
No entanto, as instâncias licenciadoras têm, naturalmente, medo de fazer asneira da grossa com aprovações definitivas, de conveniência, que lhes podem vir a cair em cima. Não são parvos!

2.Têm vindo a ser reportados efeitos secundários graves e óbitos muito ( mas muito) superiores ao normal, com estas vacinas, no curto prazo, um pouco por todo o mundo. Tanto, que existem vários estudos que apontam esses efeitos secundários e óbitos, como superiores, neste ano, ao de todas as outras vacinas nos últimos 30 anos. Tem estado atento às estatísticas com dados verosímeis, ou não interessa e é tudo exagero, porque todas as vacinas e todos os medicamentos têm efeitos secundários? É assim que limpa a sua consciência? É mais fácil do que questionar, não é?

3.Eficácia.
Sabe que até hoje não existe, nem provavelmente existirá nenhuma vacina que conceda imunidade estéril a qualquer doença infecto-contagiosa do foro respiratório? Destas, dizem os seus produtores, que não imunizam nem impedem o contágio.Dizem também os seus produtores, que detêm mais de 90% de eficácia.Saiba que isso não é corruborado pelos estudos que foram feitos pelos próprios produtores, mas sim um artifício aritmético para esconder a verdadeira eficácia (absoluta) que andará pelos 1%.
Sim, leu bem, um por cento.
Dos seus próprios dados! Qual o sentido da inoculação? Lembra-se da vacina da gripe? Embora não seja directamente comparável, em dezenas de anos de utilização, a vacina não só não acabou com o vírus da gripe, como permitiu a tantos vacinados adoecer e multiplicar mutações que escapam todos os anos à vacina. Sim, a resistência que as vacinas colocam aos vírus tende a originar mutações nos vírus que têm essa predisposição, leu bem.

4.Você irá advogar que estas vacinas impedem a doença grave e a morte.
Foi o que ouviu.
Não saberá que nos países mais fortemente vacinados subiram significativamente os internamentos de duplos vacinados acima dos não vacinados e o mesmo para os óbitos.Corre a notícia que Israel recebe, nos hospitais, mais de 80% de vacinados e que os casos correspondem às percentagens de duplamente vacinados de forma quase mimética( dados oficiais) . O que prova a ineficácia vacinal.
Para não falar nos casos, de que tanto ouve falar, que sobem exponencialmente em todo o lado, nos países com a vacinação mais avançada.
Rica imunidade...

5.Existe uma enorme falácia sobre as pessoas saudáveis que transportam o vírus e contagiam. Digo-lhe que essa possibilidade existe, mas é mínima (por volta dos 0,6%), configura uma irrelevância estatística e será muito difícil que alguma vez alguém assintomático possa dar origem a qualquer surto. Porque avança então com a ideia de que alguém não vacinado, saudável, é irresponsável e imbecil? Lembra -se do ano de 2019 e anteriores? Esteve engripado ou constipado? Ficou em casa? Saiu? Deu origem a algum surto? Nem sabe, não é? Foi considerado irresponsável e imbecil por isso? Obrigaram-no a ter um passaporte sanitário? Mas nessa altura já morriam pessoas de gripes, pneumonias, tuberculoses etc., não era?
Pois era...

6.Perigosidade.
Disseram-lhe que este vírus é mais contagioso e mortal, não foi? Desculpe-me ter de o contrariar. Existem estudos RCT ( sabe o que são?) de epidemiologistas do mais alto nível de conhecimento e rigor, que colocam este vírus em termos de perigosidade e contagiosidade ao nível de uma gripe. Sabia que em Singapura já o consideram assim?
Sabia que a Suécia está muito melhor que Portugal em termos de óbitos e doença, sem confinamentos, sem preocupações com transmissões assintomáticas e com uma taxa de vacinação inferior à nossa? Já ouviu falar nos estados do Texas e da Flórida? Já? Pesquise lá outra vez.
Quantos surtos e mortes já foram comprovados após as inúmeras manifestações de rua, de milhares de pessoas, por esse mundo fora?
Sabe quantas raves de centenas ou milhares de pessoas já aconteceram, mesmo no nosso país, neste ano? Não acha que com tantos interessados na desgraça e no pânico, um caldinho desses não teria já sido aproveitado à saciedade? Não foi, porque não existem contágios ou não são releventes.
Abra os olhos!

7.Imunidade de grupo ou imunidade celular cruzada.
Já ouviu falar no sistema imunitário com base em células de memória? Todos temos. E a prova é que nem todos adoecemos com este vírus. Melhor, a grande maioria nem sintomas tem, ou muito ligeiros. Graças a elas é mesmo muito difícil morrer com este vírus sem ter algum tipo de comorbilidade que obrigue a nossa imunidade natural a uma quebra.
Podemos dizer que este vírus é endémico, que vamos viver com ele, como com tantos outros e a ideia de o erradicar através de uma vacina é só, estúpida, e serve apenas interesses superiores escusos.
Podemos dizer que já existe imunidade de grupo, embora esse conceito não seja o mais exacto para determinar uma doença endémica com mutações virais, pois na esmagadora maioria das pessoas, o vírus é reconhecido pela formação de anticorpos de resposta rápida( IgG's e IgA's), mesmo para quem teve contacto com o vírus pela primeira vez. Ou seja, o vírus é reconhecido e atacado pelo nosso sistema imunitário natural, mesmo sem nunca ter entrado em contacto prévio com ele. As mutações corona não ultrapassam os 0,3% de diferenciação genética.
Só esta evidência, torna todo um plano de vacinação num exercício completamente supérfluo. Não resolve ou resolve pior, aquilo que o nosso sistema imunitário já resolveu (ou não, por estar debilitado devido a comorbilidades, que a vacina também não resolve).

8.Chegados aqui fica bastante óbvio que não faz qualquer sentido que se queira erradicar un vírus com uma vacina que nem faz jus ao nome. A ideia de acabar com um vírus é simplesmente idiota. E toda a narrativa nesse sentido apenas serve para segregar, discriminar e separar uma sociedade, com intuitos muito duvidosos.
Gosta de desconfiar da família, gosta? Acha que os seus filhos vão matar os avós?
Sabia que existem jornalistas, neste mundo, que já se desculparam perante crianças, por terem feito afirmações estapafúrdias, não provadas e psicologicamente anquilosantes como estas?
Crianças e jovens não têm de risco estatístico e até ajudam a eliminá-lo a toda a sociedade, porque limpam a perigosidade de um vírus antes que chegue a muitos adultos. Eles protegem os avós. Sem vacinas!!!
Pense outra vez.

9.Tecnologia mRNA, vectorDNA.
Estas vacinas dependem de uma tecnologia nova, experimentada de há pouco mais de uma década, nunca antes em milhões, sequer em centenas de humanos e com efeitos desastrosos em animais. São inoculações geneticamente manipuladas, que fazem replicar sequências virais, artificialmente selecionadas.Entram dentro das nossas células (particularmente nas epiteliais) e formam proteínas S ( spike) que se sabem ser tóxicas e provocam lesões nas células vasculares de forma a causar trombos ou coágulos e até hemorragias, causas base de inúmeras doenças relatadas em múltiplos vacinados.
A formação destes coágulos sanguíneos, mesmo em pacientes sem sintomas já foram detectados em estudos com percentagens assustadoras, acima dos 60%, mesmo em quem não tem sintomas aparentes.Mentiram-lhe quando lhe disseram que eram extremamente raros. Mas vc. já devia estar habituado, depois de tanta mentira, contradição e inconsequência que presenciou sobre esta novel doença. Ou ainda não?

10.Mas o principal motivo que levará a maioria dos bem informados a não querer ser vacinada nem serão, penso, estes efeitos secundários a curto prazo, ou o facto de ser experimental, ineficaz, absolutamente supérflua, ou sequer o medo da "pica".
É o enorme receio da falta de segurança a longo prazo.

a) A possível hiper reactividade induzida pela vacina (ADE- antibody dependent enhancement) que se manifestou em animais em experiências anteriores, com estas biotecnologias mRNA e vectorDNA, com efeitos desastrosos, que ditaram o encerramento das pesquisas. De notar que o desenvolvimento destas vacinas dispensou o ensaio em animais ( houve alguns não concluídos), o que contraria a declaração mundial de bioética e dos direitos humanos e está a ser aplicada experimentalmente, sem consentimento informado, o que transgride o código de Nuremberga, nosso garante supremo, assente sobre milhões de mortes humanas, não se esqueça disso!
b) O mais que provavel advento de doenças autoimunes. O princípio destas vacinas baseia-se exactamente na replicação celular de uma sequência artificial que fará com que o sistema imunitário ataque as células do nosso próprio corpo. O mesmíssimo princípio das auto-imunes, para as quais não existe tratamento. Não se esqueça que, para o covid, existe tratamento. Também lhe têm mentido sobre isso.
c) A incerteza quanto ao desaparecimento de algumas capacidades inatas do sistema imunitário que poderão ser inactivadas por estas vacinas, com resultados imprevisíveis a longo prazo. Nomeadamente a obliteração dos macrófagos tipo 2, essenciais à sobrevivência.
d) A incerteza quanto ao período de replicação da proteína S. A vacina, depois de tomada, não tem antídoto nem botão para desligar. As consequências da produção contínua de algo tóxico para o organismo são imprevisíveis, não foram estudadas e serão, provavelmente, perigosamente reforçadas a cada nova toma. Sim, agora que tomou duas vezes, vai tomar todas as que lhe impingirem, em nome de uma saúde pública, ou melhor, do dinheiro e do poder de quem diz que lhe quer bem.
Já se preocupou com isto, caro colaboracionista?
Já pensou, ao menos?
Também não?
Pois devia! "

segunda-feira, julho 19, 2021

A alma - ela é o eixo.




Luz Central
(...)
"Porque deve haver uma ordem onde a morte não entra. Deve existir um tempo em que TERRA não seja o HORROR que me feriu o corpo e o espírito e que TU curaste purificando TUDO, desencantando os rios até tocar a veia, o corpo rigoroso da vida real. Onde só os gestos puros, só puros ritmos se podem pertencer. E só olhos sem angústia nem pecado se podem confundir com a limpidez da água.
A alma - ela é o eixo.
Ela é a água que subsiste e que fica sempre entre o Corpo e o Espírito.
Do acto à Natureza, do calor ao frio, de Shiva a Shatki vai a distância dum campo de batalha ou a Vida, o Centro Solar incestuoso que pelo poder do Amor inversa a aparência do Cosmos.
Sove e Coagula. "A alma sexo do homem" (Cesariny). A Obra é restituir ao sexo as potências da Alma.É restituir a Alma à Inteligência Divina à Unidade Incoercível. Os olhos do coração vêem o Sangue em cada pedra a oração Macha e Fêmea, seca e húmida, de ouro e de prata, da trans-substanciação universal." 

HERNESTO SAMPAIO

AS EVIDÊNCIAS



EVIDÊNCIAS:

Este texto foi retirado do facebook em segundos sem qualquer aviso. Voltei a publicar.

"Sem vacina contra o VIH após 40 anos de pesquisa...
Sem vacina confiável contra a gripe...
Sem tratamento contra a doença de Alzheimer...
Sem tratamento eficaz contra o câncer após 100 anos Procurando... Nada.
Um vírus aparece misteriosamente e, no espaço de um ano, uma vacina é criada ao mesmo tempo por quatro diferentes companhias farmacêuticas e todos devemos tomar com constrangimentos e sob pena de REPRESALIAS?! "
C. P


NOTA:

Le bio-statisticien et fondateur de La Quinta Columna, Ricardo Delgado, à récemment publié les résultats d’une étude au microscope éléctronique d’un flacon «anti covid » Pfizer, réalisée par le Dr José Luis Sevillano et l’équipe de l’université d’Almeria. Ceux-ci montrent une quantité impressionnante d’Oxyde de Graphène, qui selon lui, représente le lien directe avec la technologie 5G, qui lorsqu’elle est activée, provoque chez les inoculés des thromboses, une coagulation du sang et une altération du système immunitaire. D’après lui, c’est l’ingrédient principal de tous les « vaccins », quelle que soit la marque, et prévoit l’analyse d’autres flacons « Moderna », « Astrazenca » et « Johnson et Johnson » pour le prouver.
Cette publication semble remettre en cause la présence de la technologie mRNA dans ces « vaccins ». Alors quoi penser ?
Y-a-t’il un mélange dans les différents lots de flacons distribués à travers le monde ? Des lots « mRNA », des lots « Oxyde de Graphène » et des lots « placebo » ??
Difficile à dire, mais une chose est sûre : refusez à tout prix cette arme biologique car c’est de cela dont il s’agit et rien d’autre.

quinta-feira, julho 15, 2021

o vínculo mãe-filha


POR QUE É QUE AS MULHERES PRECISAM DA DEUSA

Carol P. Christ



Carol P. Christ, teóloga feminista, ou teaóloga, autora do famoso ensaio de 1979 "Por que é que as mulheres precisam da Deusa", que segundo consta terá sido o texto que mais mulheres levou a abraçar o Movimento da Deusa (e que se pode ler aqui em português:
http://mulheresprecisamdadeusa.blogspot.com/?m=1)
deixou esta dimensão hoje. Carol P.

Excerto de texto traduzido para português por Luiza Frazão

Publicado em 17th October 2013

(...)

Adrienne Rich assinalou que o vínculo mãe-filha, talvez o mais importante dos vínculos das mulheres  "ressonante de encargos ... o fluxo de energia entre dois corpos biologicamente iguais, um das quais tendo permanecido em êxtase amniótico dentro do outro, um das quais tendo sofrido para dar à luz o outro"23, raramente é celebrado na religião e na cultura patriarcal. O Cristianismo celebra a relação do pai com o filho e a relação da mãe com o filho, mas a história da mãe e da filha está em falta. Assim, também, na literatura patriarcal e na psicologia raramente existem as mães e as filhas. Volumes foram escritos sobre o complexo de Édipo, mas pouco tem sido escrito sobre a relação da menina com a mãe. Além disso, como Simone de Beauvoir observou, a relação mãe-filha está distorcida no patriarcado, porque a mãe deve dar a sua filha aos homens numa cultura definida pelos valores masculinos em que as mulheres são consideradas inferiores. A mãe deve educar a filha no sentido da sua subordinação ao homem, e se esta desafia as normas, a mãe muito provavelmente vai colocar-se ao lado das estruturas patriarcais contra a sua própria filha24.

 Esses padrões estão a começar a mudar na nova cultura criada pelas mulheres em que os laços entre as mulheres começam a ser valorizados. Holly Near tem escrito várias canções que celebram estes laços entre mulheres e a herança que transmitem umas às outras. Numa das suas melhores canções ela fala duma "mulher do tempo antigo" que está "à espera de morrer." A jovem sente pena pela vida que passou para a velha e começa a chorar, mas a velha olhando-a nos olhos diz-lhe: "Se eu não tivesse sofrido, tu não estarias agora a usar esse par de jeans /Ser uma velha do tempo antigo não é tão mau quanto parece"25. Esta canção, que segundo a autora, foi inspirada pela sua avó, exprime e celebra um vínculo e uma herança transmitida de uma mulher para outra. Noutra das suas canções, Near canta sobre uma mãe que com as suas botas de caminhada percorre pela primeira vez o mundo com a sua menina”. Nesta canção, a mãe diz ao andarilho que tem viajado com elas para ajudar com as malas para viajar sozinho, se ele acha que "viajar a três é mais arrastado", porque "eu tenho uma pequenina que me ama tanto quanto tu precisas de mim / e, querido, acredita que isto é amor que chegue"26. Esta canção é importante porque a mãe coloca o seu relacionamento com a filha acima do relacionamento com um homem, algo que as mulheres raramente fazem no patriarcado27.

 Praticamente  a única história de mãe e filha, que foi transmitida na cultura ocidental é o mito de Deméter e Perséfone, que foi a base dos ritos religiosos celebrados apenas por mulheres, a Tesmofória, e mais tarde formou a base dos mistérios de Elêusis, que eram abertos a todas as pessoas que falavam grego. Nesta história, a filha, Perséfone, é raptada e levada para longe da mãe, Deméter, pelo Deus do submundo. Recusando-se a aceitar este estado de coisas, Deméter enfurece-se e não permite a fertilidade da terra até a filha lhe ser devolvida.

 O que é importante para as mulheres nesta história é que uma mãe luta pela filha e pela sua relação com ela, o que é completamente diferente da relação da mãe com a filha no patriarcado. A "pré-disposição" criada pela história de Deméter e Perséfone é a da celebração do vínculo mãe-filha, e a "motivação" vai no sentido de mães e filhas afirmarem a herança passada de mãe para a filha, rejeitando o padrão patriarcal, onde a primeira lealdade primárias da mãe e da filha deve ser para com o homem28.

 O símbolo da Deusa tem muito a oferecer às mulheres que lutam para se livrar das "poderosas, invasivas, e duradouras “pré-disposições” e “motivações", que vão no sentido da desvalorização do poder feminino, da desconfiança em relação à mulher, da difamação do seu corpo, bem como da negação dos vínculos e da herança que passa de umas para as outras, tudo isso engendrado pela religião patriarcal. Como as mulheres se esforçam por criar uma nova cultura em que o seu poder, corpo, vontade e vínculos são honrados e celebrados, é natural que a Deusa ressurja agora como símbolo da beleza recém-descoberta, da força e do poder das mulheres.

 

PORTUGAL E O APARTHEID SANITÁRIO



PORTUGAL E O APARTHEID SANITÁRIO

Da autoria da Desembargadora Florbela Sebastião E Silva

"Tenho consciência de que a maior parte das pessoas não tem conhecimentos jurídicos abalizados e, se têm alguns, é sempre um conhecimento generalista fruto de uma aprendizagem a que todo o cidadão deve ter acesso e apenas o quanto baste para exercerem os seus direitos mais básicos.
O que a mim me custa como Juíza que sou há mais de 25 anos, estando inclusive a exercer funções num Tribunal Superior, é ver sair instrumentos jurídicos, sem suporte na Constituição da República Portuguesa, a criarem um autêntico apartheid na sociedade portuguesa.
Como é possível que Portugal, tendo sido o segundo país no Mundo a abolir a escravatura, e até dos primeiros países a assinar os tratados internacionais de defesa dos direitos humanos, passa agora a ser um país que discrimina os seus habitantes com base num passaporte sanitário e no pressuposto de que as pessoas estão todas doentes e têm forçosamente de ser submetidas a testes – no caso testes PCR’s cuja fiabilidade, já se sabe, é nula e até altamente enganadora – para simplesmente poderem almoçar num restaurante.
A Constituição da República Portuguesa (CRP) não se mostra suspensa, nem as suas normas podem ser alteradas, delimitadas ou reduzidas por mera Resolução do Conselho de Ministros.
A Constituição da República Portuguesa só pode ser alterada pela Assembleia da República ao fim de 5 anos sob a última revisão ou, em caso de absoluta necessidade, extraordinariamente, mas desde que obtida uma maioria de 4/5 dos Deputados em exercício efectivo de funções – conforme artº 284º da CRP.
Nem existe consagrado na Lei, como já tive oportunidade de referir, a figura jurídica de “Estado de Calamidade” ou “Estado de Alerta”.
Assim, nos termos do disposto no artº 44º nº 1 da CRP:
“A todos os cidadãos é garantido o direito de se deslocarem e fixarem livremente em qualquer parte do território nacional.”
Esta norma da livre circulação das pessoas – que também encontra assento na legislação da União Europeia – não pode ser suspensa, revogada nem suprimida por mera Resolução de Conselho de Ministros fora de qualquer Estado de Emergência ou Estado de Sítio, sendo que, mesmo nestes casos, o seu condicionamento tem de se mostrar justificado e será sempre por um período muito limitado no tempo.
Ora, numa altura em que o mundo inteiro está a voltar ao normal, em que vão deixando cair as máscaras – as de COVID e as outras – e acabar com as vergonhosas restrições que levaram milhões ao desemprego e à miséria, e a um estado de insanidade colectiva, Portugal carrega nas restrições, sem qualquer fundamento constitucional e contra, não só a Lei da Nação, mas mais importante contra toda a legislação e recomendações Europeias?
Ninguém pode ser discriminado por razões de saúde – fossem essas mesmo a razão que está na base desta pandemia – e muito menos ninguém pode ser discriminado por não fazer um teste ou receber uma vacina.
E é impensável que alguém veja o seu acesso a um restaurante, um hotel ou qualquer outro estabelecimento condicionado a um teste que, como já disse, não tem qualquer fiabilidade (e são os próprios cientistas que o dizem porque depende do número de ciclos utilizado e sabe-se já que o número por norma em Portugal é acima dos 35 ciclos, o que torna o teste absolutamente irreal e inútil), além de traduzir um acto médico que só por pessoal qualificado pode ser praticado e mediante consentimento expresso e esclarecido da pessoa.
Da última vez que li os meus calhamaços de Direito, Portugal era um Estado de Direito, com regras bem claras sobre a governação, a divisão dos poderes do Estado, a reserva de Lei e o respeito pela dignidade humana.
Agora, e infelizmente, vejo que o meu País se tornou numa antiga África do Sul com regime de Apartheid e numa República das Bananas onde a Lei Constitucional é deitada fora.
E tudo isto quando já se sabe que a DGS, intimada pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, veio admitir que afinal só se mostram registados 152 óbitos por COVID, sendo que apenas 4 foram sujeitos a autópsia.
A própria OMS num comunicado de 25 de Junho de 2021 já expôs, preto no branco, que não é recomendado fazer testes em pessoas assintomáticas muito menos à escala que se pretende implementar em Portugal.
Qualquer teste PCR é um acto médico que tem de ser autorizado e ninguém pode ser discriminado por se recusar a fazer o teste.
Nem ninguém pode ser condicionado no acesso a locais públicos com base na realização ou não do teste, precisamente porque ele tem de ser consentido.
Nem se compreende que estas restrições orwellianas só funcionem nos fins-de-semana pois se houvesse mesmo uma situação de saúde pública o vírus não andaria à solta apenas nos fins-de-semana, nem apenas nos restaurantes.
É absolutamente inaceitável para a população portuguesa ver-lhe impostas restrições que nada têm de científico, nenhum suporte clínico sério revelam – como aliás a DGS admitiu perante o Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa quando disse que não tinha quaisquer documentos científicos para fundamentar as medidas sanitárias impostas – e que são altamente atentatórias da dignidade humana, da Ordem Jurídica Portuguesa e da Constituição da República Portuguesa que, da última vez que vi, ainda era a mais alta Lei da Nação e aquela que ainda nos defende de pessoas, máquinas partidárias e lobbies que se revelam gulosos na sua sede de impor a sua vontade aos outros.
Afinal foi para isto que se fez a “Revolução” do 25 Abril?
Portugal deixou de ser um Estado de Direito e um Estado onde os direitos humanos são respeitados.
Entramos na era do Apartheid.
Que Deus nos ajude.

D. AFONSO HENRIQUES

Pai, foste cavaleiro.
Hoje a vigília é nossa.
Dá-nos o exemplo inteiro
E a tua inteira força!
Dá, contra a hora em que, errada,
Novos infiéis vençam,
A bênção como espada,
A espada como bênção!

In “Mensagem” de Fernando Pessoa”!

quarta-feira, julho 14, 2021

WWW


"Quando eu duvido de mim até me sentir perdido ou até a náusea, lembro-me de que eu ainda sou o homem que escreveu um livro inteiro sobre as lágrimas." E. Cioran


A segunda Besta faz também com que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, recebam uma marca na mão direita ou na fronte. E ninguém pode comprar nem vender se não tiver a marca, o nome da Besta ou o número do seu nome. Aqui é preciso entender: quem é esperto, calcule o número da Besta; é um número de homem; o número é seiscentos e sessenta e seis. 


Livro do Apocalipse de São João:
No capítulo 13:
(APOCALIPSE 13, 16-18)



 

domingo, julho 11, 2021

A Verdade é uma terra sem caminho




Ser - A Paz do Silêncio

Viver neste mundo anonimamente. 

Não é possível viver neste mundo sem ambição, simplesmente sendo quem você é? Se você começar a compreender o que você é sem tentar mudar isto, então o que você é passa por uma transformação. Penso que se pode viver neste mundo anonimamente, completamente ignorado, sem ser famoso, ambicioso, cruel. Pode se viver muito felizmente quando nenhuma importância é dada ao ego; e isto também faz parte da educação correta. O mundo todo adora o sucesso. Você ouve histórias de como o menino pobre estudou a noite e, finalmente, se tornou juiz, ou como ele começou vendendo jornais e acabou multimilionário. Você é alimentado com a glorificação do sucesso. Com o empreendimento do grande sucesso há também grande sofrimento, mas a maioria de nós está presa no desejo de empreender, e o sucesso é muito mais importante para nós do que a compreensão e dissolução do sofrimento. 


Krishnamurti - A Verdade é uma terra sem caminho.