sexta-feira, julho 30, 2021

A FALSA LIBERDADE...



Por Sergio Lara

"SOBRE O PASSAPORTE SANITÁRIO


O cartão verde é um reconhecimento que é entregue a todos os que escolheram participar da experimentação tecnológica-farmacêutica em curso. Embora, de acordo com os próprios órgãos oficiais (governos e autoridades sanitárias), não conceda qualquer benefício sanitário, enquanto permite o contágio e o desenvolvimento da doença, se implicar uma série de benefícios sociais a quem a porta. Em particular, permite recuperar algum (repito, apenas alguns) dos direitos que, nestes últimos meses, foram limitados
Além de conceder a liberdade que promete, este certificado representa mais um elo na cadeia da escravidão, pois a sua renovação dependerá não só de futuras doses frequentes do soma de turno, mas também dependerá dos caprichos e desígnios do grupo de Autarquias que foram criadas em mestres da própria humanidade.
É palpável que se trata de mais um elemento na dinâmica de controlo, revestido de modernidade pelo formato digital que apresenta; fazendo parte também do merchandising de moda, junto aos restantes acessorios estrela da temporada. O seu aparente atraente que contrasta com a verdadeira finalidade é um excelente reflexo da sociedade atual, que se vangloria de estar salvando o mundo enquanto desconhece que cava a sua própria cova
Não é por acaso que se fale de uma credencial ′′ Verde ", cor de acordo com a nova mentalidade ecológica-sustentável; ambas as situações sem uma relação aparente entre si, a não ser que o portador de carteirinha tivesse ficado marcado com alguma substância que torne impossível a sua descendência ou a de suas haste, ou até mesmo se tornar candidato direto a aliviar a taxa populacional
Toda vez que o passe é usado alimenta-se o egrégora do sujeito programado, submisso e normalizado que caminha para o transumanismo, enquanto vai perdendo sua essência, intuição, criatividade, intelecto, contato físico com os outros, conexão emocional. e sua própria alma
Teria certamente sido mais acertado catalogar o salvo-conduto como negro, pelas consequências funestas que podem decorrer da sua existência se permitirmos que as nossas atividades diárias fiquem à mercê de um papel
Sergio Lara


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