O SORRISO DE PANDORA

“Jamais reconheci e nem reconhecerei a autoridade de nenhuma pretensa divindade, de alguma autoridade robotizada, demoníaca ou evolutiva que me afronte com alguma acusação de pecadora, herege, traidora ou o que seja. Não há um só, dentre todos os viventes, a quem eu considere mais do que a mim mesma. Contudo nada existe em mim que me permita sentir-me melhor do que qualquer outro vivente. Respeito todos, mas a ninguém me submeto. Rendo-me à beleza de um simples torrão de terra, à de uma gotícula de água, à de uma flor, à de um sorriso de qualquer face, mas não me rendo a qualquer autoridade instituída pela estupidez evolutiva da hora. Enfim, nada imponho sobre os ombros alheios, mas nada permito que me seja imposto de bom grado Libertei-me do peso desses conceitos equivocados e assumi-me como agente do processo de me dignificar a mim mesma, como também a vida que me é dispensada. Procuro homenageá-la com as minhas posturas e atitudes e nada mais almejo. É tudo o que posso dizer aqueles a quem considero meus filhos e filhas da Terra. “ In O SORRISO DE PANDORA, Jan Val Ellam

sexta-feira, fevereiro 03, 2017

SÓ A MULHER É MÃE...e é sempre Mulher.



"Em seu mais novo guia de comunicação, a Associação Médica Britânica recomenda que seja utilizada “linguagem inclusiva” no local de trabalho, evitando utilizar o termo “mãe expectante” para se referir a uma grávida e substituindo-o por “pessoa grávida” para respeitar transsexuais."

A MORTE DA MÃE EM MARCHA:


"Associação médica recomenda evitar chamar grávidas de “mães” para respeitar transsexuais"

ASSISTIMOS A MAIS ESTE HORROR QUE COMEÇA NAS NOMENCLATURAS  E QUE NO FUNDO NÕA É MAIS DO QUE  QUERER  ADULTERAR A NATUREZA  DAS COISAS...MUDAR A DESIGNAÇÃO DE" MULHER GRÁVIDA" PARA "PESSOA GRAVIDA".

De algum modo isto significa o querer destituir a mulher mãe da sua função mais sagrada. Esta é só mais uma tentativa de confundir as identidades Homem e Mulher proveniente da confusão mental das massas manipuladas por pretensos defensores dos "DIREITOS HUMANOS". Isto em nome da diversidade? Qual diversidade? Das cavalos, porcos, cães e gatos?
Esta é na verdade e por de trás desta fachada do "politicamente correcto" - a dita linguagem inclusiva, que continua a ser a do Homem -  mais uma fachada que pretender tirar à mulher o valor da maternidade, depois de quererem implementar as mulheres como "barrigas de aluguer" agora em vez de dizermos  a Mulher-Mãe passamos a chamar à Mulher grávida de "pessoa grávida" (neutralizando assim a função de ser mãe dada a mulher,  por respeito às transsexauis?...Como se essa caricatura humana e psicológica que é o/a dito/a "transsexual"  de um ser que "muda de sexo" porque não gosta do seu sexo, quer depois ser mãe?  Obviamente neste caso "ele" a querer ficar grávido só pode ser porque nasceu mulher: "S
ó a mulher fica grávida, uma transsexual grávida é uma mulher, o seus cromossomas são XX e não XY. Estranho mundo este onde para se respeitar um transsexual deve desrespeitar o que há de mais feminino na mulher- a sua natureza materna. Mas nós sabemos que é apenas um pretexto para destruir a mulher de vez ao retirar-lhe o único direito que teve durante os períodos mais negros das sociedades patriarcais." (A.K.L.)
Isto quer dizer que a Associação Médica britânica  está a trabalhar também para a destruição da imagem da mulher-mãe, para "respeitar os transsexuais"  o que  na verdade e neste caso desrespeitar é apenas desrespeitar a MULHER!
O caos e a loucura do mundo mental de hoje o que faz, e em defesa dos supostos "direitos humanos", é pervertem tudo o que é de direito natural e até à Mulher querem tirar o estatuto de Mãe...

O TEXTO em questão:

"Em seu mais novo guia de comunicação, a Associação Médica Britânica recomenda que seja utilizada “linguagem inclusiva” no local de trabalho, evitando utilizar o termo “mãe expectante” para se referir a uma grávida e substituindo-o por “pessoa grávida” para respeitar transsexuais.
O manual acrescenta: “A ampla maioria das pessoas que ficam grávidas ou deram à luz se identificam como mulheres. Mas devemos incluir transsexuais que podem ter uma gravidez usando o termo ‘pessoas grávidas’ ao invés de ‘mãe expectante'”.
O guia também recomenda evitar o uso dos termos “nascido homem” e “nascido mulher” na medida em que esses termos “são redutivos e simplificam algo complexo”. De acordo com o documento, “a escolha dos termos apropriados é uma importante contribuição para celebrar a diversidade”.

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