O SORRISO DE PANDORA

“Jamais reconheci e nem reconhecerei a autoridade de nenhuma pretensa divindade, de alguma autoridade robotizada, demoníaca ou evolutiva que me afronte com alguma acusação de pecadora, herege, traidora ou o que seja. Não há um só, dentre todos os viventes, a quem eu considere mais do que a mim mesma. Contudo nada existe em mim que me permita sentir-me melhor do que qualquer outro vivente. Respeito todos, mas a ninguém me submeto. Rendo-me à beleza de um simples torrão de terra, à de uma gotícula de água, à de uma flor, à de um sorriso de qualquer face, mas não me rendo a qualquer autoridade instituída pela estupidez evolutiva da hora. Enfim, nada imponho sobre os ombros alheios, mas nada permito que me seja imposto de bom grado Libertei-me do peso desses conceitos equivocados e assumi-me como agente do processo de me dignificar a mim mesma, como também a vida que me é dispensada. Procuro homenageá-la com as minhas posturas e atitudes e nada mais almejo. É tudo o que posso dizer aqueles a quem considero meus filhos e filhas da Terra. “ In O SORRISO DE PANDORA, Jan Val Ellam

terça-feira, janeiro 21, 2020

A PRIMEIRA MULHER



É GRANDE a confusão-informação pseudo-histórica-mitica e religiosa sobre Lilith (a Primeira Mulher) e muito contraditória… Não há fontes fidedignas nem credíveis… Os homens estudam-na...mistificam-na e temem-na, ou odeiam-na, mas nunca saberão quem Ela é na sua pele...e ao contrário do Talmude, em que eles agradecem por terem nascidos homens, terão de rezar - oh blasfémia… - e pedir ao seu deus iracundo para nascerem mulheres ...pois só as mulheres poderão decifrá-la e aos seus mistérios nas suas entranhas…
Se os homens quiserem entender Lilith... terão de nascer mulheres de corpo e alma… não basta imitá-las por fora...
rlp

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