segunda-feira, abril 15, 2013

PARA AS MULHERES MAIS VELHAS...



A MULHER MADURA...não é fácil...


"A medida que as mulheres chegam aos cinquenta ou alcançam a menopausa, ou perdem seus mentores ou suas ilusões amadurecem e deixam para trás as identificações com Atena como uma eterna filha do pai buscando aprovação das instituições masculinas e de homens poderosos, Métis, como a sabedoria feminina, prepara-se para surgir. É preciso ter evoluido além do contentar-se em tentar ser a filha dilecta do patriarcado para poder encontrar se com Metis, que é metade matrilinear de sua linhagem psicológica.
Penso em Métis como a esclarecedora da intuição, intelecto e experiência; uma maturidade que surge do facto de se ter tornado experiente e preparada pela vida, pela perda da "hibris* (orgulho e arrebatamento) e pela aprendizagem em primeira mão da humildade e da vulnerabilidade. "
(...)

MENOS AINDA A MULHER VELHA...

"Quanto mais velhas ficamos, mais provável se torna nos depararmos com o sentido da realidade. A vida também nos expõe aos aspectos sombrios da natureza humana, aos elementos escuros e destrutivos dos outros e de nós mesmas. Vivemos o suficiente para ver o dano dos descaso que se abate sobre as gerações futuras e nos damos conta de que muito sofrimento poderia ter sido evitado. É essa visão que vê longe que pode ser atribuída a Sekhmet como a indignada e feroz protetora dos valores e das pessoas, além da determinação de fazer mudanças para melhor."

(…)

JEAN SHINODA BOLEN

In AS DEUSAS E A MULHER MADURA

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