"NÃO SOU FEMINISTA, SOU ANTROPOLOGICAMENTE LÚCIDA" Ana Hatherly

sábado, dezembro 20, 2008

UM NOVO PARADIGMA




“O grande vento venenoso da ignorância vajra sopra com energia completamente pervagante, como uma tempesta de outono e acaba com todos os pensamentos de posse e ego como um punhado de pó ”.
Chogyam Trungpa, Sadhana de Mahamudra


Mulheres:

Não se assustem com a bela serpente que surge diante dos vossos olhos, não temais mais aquela que é regeneradora da espécie e símbolo da Deusa e da Grande Mãe na Terra. A inimizade que os homens criaram entre a mulher e a serpente foi a maneira de eles vencerem a Deusa e destronarem o seu poder benéfico e curador...eles ainda a usam na medicina como símbolo de cura...O seu veneno é mais do que nunca o antídoto do grande mal que avassala a Humanidade e a Mulher não deve temer aquela que está dentro da sua pele...nem a sua força ancestral...É tempo da mulher erguer a Serpente na sua fronte como as rainhas o fizeram...

Nós somos Mulheres & Deusas...

4 comentários:

Anónimo disse...

tocou-me muito e muito a sua expressão....

beijos

Anónimo disse...

Sim, refere-se a kundalini? a serpente de fogo que libera a energia desde o chakra básico até abrir finalmente o chakra sete?

xaxeila

Anónimo disse...

Obrigada...

rl

Anónimo disse...

Também se trata da kundaline...mas creio que é mais do que isso.
É uma memória primordial...

rleonor