domingo, janeiro 17, 2016

QUE FEMINISMO?



EU DEFENDO e  "Algumas feministas defendem que não pode existir um "feminazismo"[20] ou hembrismo, pois as mulheres, ou as pessoas que não se identificam com o binário de gênero, em uma situação de poder, não seriam capazes de exercer uma opressão igual à suposta opressão patriarcal.[21]
Em uma entrevista em 1996, Gloria Steinem criticou o uso do termo feminazi por Limbaugh. De acordo com Steinem, "Hitler subiu ao poder em oposição ao forte movimento feminista na Alemanha, fechando as clínicas de planejamento familiar, e declarando que o aborto é um crime contra o Estado - todos são pontos de vista que estreitamente assemelham-se aos de Rush Limbaugh."[22] Em seu livro Outrageous Acts and Everyday Rebellions (português: "Atos revoltantes e rebeliões todos os dias"), Steinem caracterizou o termo como "cruel e anistórico", e detalhou sobre a repressão hitlerista contra os movimentos feministas, observando que muitas feministas de destaque da Alemanha, como Helene Stöcker, Trude Weiss-Rosmarin e Clara Zetkin foram forçadas a fugir da Alemanha Nazista, enquanto que outras foram mortas em campos de concentração."


O FEMINISMO QUE NOS RESTA...


Estava a pensar na situação extrema a que as feministas ou o Feminismo chegou. Temos agora o que resta das feminista, as marxistas que se aliaram e filiaram-se (filhas do patriarcado) aos Partidos de esquerda ficando confinadas ao campo de acção politica e de interesse partidário machista e pouco mais, defensoras dos direitos do Homem e solidárias com causas que as excluem, convencidas de que adquiriram direitos. Assim, perderam completamente a noção não só da mulher em si (há umas boas décadas) como da realidade que diz respeito a todas as mulheres independentemente das classes ...sendo que as feministas mais radicais e que não foram aglutinadas aos partidos tornaram-se marginais, são lésbicas ou misândricas (odeiam os homens), é um facto e hoje em dia até lhes chamam de um lado as Femini-nazi, as mais fundamnetalistas e do outro lado temos as Femen...como combatentes de uma luta desigual e absurda contra o poder bélico da policia. Mas para mim é uma coisa inconcebível tanto essa exposição como o de chamar-se nazi às feministas...pois os nazis mataram e torturam as mulheres feministas ou livres pensadoras.

No entanto, se analisarmos as coisas friamente e  tendo em conta que o racismo-sexual que quase todos os homens do Planeta  devotam às mulheres, sobretudo os fundamentalistas islâmicos,  é natural que as extremistas pareçam nazis aos olhos "cândidos" das europeias, as novas românticas ideológicas do comunismo e desta "solidariedade" fictícia que a Europa atravessa...
Do outro lado então  ficaram as Femen e ainda as "Marchas das Vadias", estas apenas em manifestação, e que são as que dão o corpo ao manifesto - uma expressão que as "veste" bem - e se despem e afrontam a polícia e os guardas-costas em atitudes de revolta que não servem a ninguém; ademais elas estão nuas e expostas como as mulheres de quem eles abusam e DESPEM e tratam de prostitutas...esse é o maior absurdo da sua acção que além de inutil, só as denigre e destrói mais COMO MULHERES. Elas já não têm qualquer noção do seu valor e apenas reagem como "amazonas" (os resquícios de uma memória, por isso destapam os seios) para responder com as mesmas armas à violência, mas com o completo desrespeito pelo seu corpo e pela sua dignidade. São arrastadas pelo chão, espancadas às vezes, desprezadas pelo publico e presas...e não veem que dessa forma só se aviltam.
Antes as mulheres eram torturadas e despidas pela Inquisição, acusadas de bruxaria e magia...e foram-nos igualmente sempre nas guerras e revoluções, todas elas -  embora houvesse as camaradas machas e as nazis, que eram salvas e aceites enquanto as outras eram  mortas e abusadas,  as inimigas de classe, as burguesas, as judias e as pretas etc.
Agora gostava que víssemos como aquela mulher (tu e eu)  que acaba acusada de "racistas e xenófoba" ou  nazi,  pode  ser qualquer uma de nós  com alguma consciência de si que perceba que os seus inimigos são quase todos os homens (salvando honrosas excepções) desde que os não sirva ou obedeça, a começar pelos pais e maridos, às vezes irmãos...São esses que as matam e assassinam em casa - maridos e amantes...e isto menos na Europa civilizada, mas de forma brutal e em geral na idade media islâmica...
Na verdade essas mulheres que sofrem essa acusação de femini-nazi - sei muito pouco sobre elas e admito  que até podem ser fundamentalistas e levar as coisas aos extremos, tal como as lésbicas -, mas também sei  que qualquer mulher consciente de si e que se manifeste em consciência de  como elas sim são vítimas de  racismo-sexual em todo o mundo e que quando o fazem apenas estão a denunciar um acto que as vitimiza.
Contudo o que acontece é que tantos essas mulheres machas como os homens do Sistema não consideram esse facto uma vez que só os homens têm direitos - os direitos do Homem - e uma mulher vitima ao ser  atacada, usada e abusada que se defenda dessa ofensa ou perigo é acusada logo de racista e o espantoso é que esta é a tese-propaganda  das marxistas e das feministas em geral que estão filiadas aos partidos e que se movem na linha da politica internacional. Quer sejam as jornalistas quer sejam as intelectuais e ministras ou deputadas desses partidos elas não vêm o racismo contra a mulher tal como os seus camaradas, com quem são coniventes, nem veem isso como uma realidade mas apenas como um "fait divers" (sim, algo insignificante tal como a pedofilia) porque não é assunto do Homem nem das  mulheres anuladas e sem identidade que respondem a essa ideologia do "politicamente correcto" - e nem veem sequer que  estão contra si mesmas e contra as mulheres no mundo, convencidas que são iguais a eles e livres, convencidas de que são "emancipadas"... quando afinal não passam de servas encapotadas do sistema, espécie de DOMÉSTICAS dos Partidos, ou mulheres de limpeza...de quem eles  se servem para todo o serviço!

Como diz uma amiga, "os preconceitos machistas "derramaram-se" um pouco por todo o globo, como se o que ainda restasse velado, tivesse de vir à luz do dia, de modo a mostrar ao mundo os abismos existentes.  Esta miscelânea de culturas entrou em choque e o panorama agudizou-se. Encontramo -nos no "fio da navalha".
Nós temos de ser fortes e resistentes para que não aconteça uma regressão e a perda de direitos já alcançados...

No entanto,  a SERENIDADE e a DIGNIDADE não devem abandonar-nos jamais." L. Baroa


rlp

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