O SORRISO DE PANDORA

“Jamais reconheci e nem reconhecerei a autoridade de nenhuma pretensa divindade, de alguma autoridade robotizada, demoníaca ou evolutiva que me afronte com alguma acusação de pecadora, herege, traidora ou o que seja. Não há um só, dentre todos os viventes, a quem eu considere mais do que a mim mesma. Contudo nada existe em mim que me permita sentir-me melhor do que qualquer outro vivente. Respeito todos, mas a ninguém me submeto. Rendo-me à beleza de um simples torrão de terra, à de uma gotícula de água, à de uma flor, à de um sorriso de qualquer face, mas não me rendo a qualquer autoridade instituída pela estupidez evolutiva da hora. Enfim, nada imponho sobre os ombros alheios, mas nada permito que me seja imposto de bom grado Libertei-me do peso desses conceitos equivocados e assumi-me como agente do processo de me dignificar a mim mesma, como também a vida que me é dispensada. Procuro homenageá-la com as minhas posturas e atitudes e nada mais almejo. É tudo o que posso dizer aqueles a quem considero meus filhos e filhas da Terra. “ In O SORRISO DE PANDORA, Jan Val Ellam

segunda-feira, novembro 28, 2022

SER MULHER OU NÃO SER MULHER



Ser mulher inteira!

EU SOU MULHER - e ser Mulher implica ter uma consciência de quem verdadeiramente somos num sentido único e diria quase absoluto e por isso é preciso saber discernir acerca das armadilhas e falsas premissas que nos afastam da nossa essência e grandeza. É preciso não ter medo de fugir ao Sistema e as suas patranhas sociais, os seus credos e propagandas! Querer ser essa mulher e ser fiel a si mesma e ao mesmo tempo defender as teorias e ideologias de género, o casamento gay, direito a adopção por pais monoparentais (não mães) assim como defender a transexualidade é uma enorme falta de consciência e sentido do que é uma mulher verdadeira. Podemos pensar que não, e confundir a nossa humanidade com a aceitação dessas ideologias e manobras ocultas do sistema que visa destruir a mulher e afastá-la da sua essência e divindade, para assim melhor a anular e confundir nas suas falsas promessas de liberdade e igualdade etc..
Por isso entendo que é urgente defender essa mulher em nós de todas essas ameaças patriarcais fundamentalistas e aberrantes da nossa espécie. Penso que seria inadmissivel haver mulheres que se julgam conscientes de si e que pensam ser apenas "democráticas e caridosas" ou humanistas e seguir o "policamente correcto" que defendam "causas perdidas" e as causas minoritárias que a sociedade desfralda para nos iludir e enganar ou esmagar com as suas manobras de destruição do sentido real da identidade humana, quer a nivel biologico do ser, quer a nivel cultural e religioso, como é misturar fundamentalistas islamicos ou seitas fanáticas com uma sociedade supostamente livre e democrática...


Sim, fazer o elogio da Mulher e da Beleza do feminino parece-me hoje mais do que nunca uma emergência face ao ataque cerrado de uma feminilidade cada vez mais longe da sua essência e à deturpação da mulher autêntica, a mulher real...seja pelos Mídea, pela moda, pela cosmética, pelo cinema, pela pornografia, e pelo espectáculo em geral; toda uma industria que vive a custa da imagem da mulher, e que apesar de difundirem imagens estereotipas de uma suposta beleza, ela é normativamente uma beleza fictícia que vai do género masculino, mulheres rapazes, travestis...mulheres sem seios e sem ancas, esqueléticas ou magras em extremo, até ao grotesco da mulher fatal, de seios volumosos cheios de silicone, tida como fetiche do imaginário masculino, há muitos anos já, tanto como a equilibrista dos saltos altos agulha ou a de lingerie vermelha e chicote, sado-maso das revistas e filmes porno...etc....quer agora esta violência crescente feita à Mulher essência pelas imagens degradantes de uma "mulher barbuda" cuja imagem é já completamente difundida pelas drag queens (sem pelos) e dos transsexuais...Não, eu não sou transfóbica, eu sou apenas uma mulher que quer ser Mulher inteira!
Mas qual é o drama? "Vive e deixa viver"...? Sim, mas é que, sem darmos por nada, nesta última década e aos poucos, cada vez mais, estamos a ser cerceadas e atacadas na nossa identidade biologica, negada a Mulher em si e as suas inerências, antes desvirtuadas de todas as maneiras ...e agora, ANULADAS pela ideologia de género...
Nada contra a "liberdade" dos Gay e Lesbicas, e tudo o mais que quiserem ser e inventem, desde que não mexam comigo e a minha identidade de Mulher...
Rlp