O SORRISO DE PANDORA

“Jamais reconheci e nem reconhecerei a autoridade de nenhuma pretensa divindade, de alguma autoridade robotizada, demoníaca ou evolutiva que me afronte com alguma acusação de pecadora, herege, traidora ou o que seja. Não há um só, dentre todos os viventes, a quem eu considere mais do que a mim mesma. Contudo nada existe em mim que me permita sentir-me melhor do que qualquer outro vivente. Respeito todos, mas a ninguém me submeto. Rendo-me à beleza de um simples torrão de terra, à de uma gotícula de água, à de uma flor, à de um sorriso de qualquer face, mas não me rendo a qualquer autoridade instituída pela estupidez evolutiva da hora. Enfim, nada imponho sobre os ombros alheios, mas nada permito que me seja imposto de bom grado Libertei-me do peso desses conceitos equivocados e assumi-me como agente do processo de me dignificar a mim mesma, como também a vida que me é dispensada. Procuro homenageá-la com as minhas posturas e atitudes e nada mais almejo. É tudo o que posso dizer aqueles a quem considero meus filhos e filhas da Terra. “ In O SORRISO DE PANDORA, Jan Val Ellam

sábado, agosto 16, 2008

OS GATOS


"A coisa mais estranha é que eu não posso viver sem um gato. De um cão nunca me tornarei escravo, mas um gato é outra coisa, não é um animal. Um gato encontrado urge-me sempre como o dono de um destino"

PAUL KLEE
Às vezes domina-me, como hoje, uma saudade entranhada do meu gato...sim, um gato não é um animal, é outra coisa, uma coisa poderosa e quase misteriosa...porque eu sei que o Kimit de alguma maneira não morreu, e está sempre presente...só que a sua invisibilidade me dói...e nem outro gato por mais que goste da Lilith, não deixo de sentir a falta dele...Não podiam ser mais mais diferentes...ambos doces, magnéticos, inteligentes mas tão diferentes!
rlp

2 comentários:

Marian - Lisboa - Portugal disse...

são todos maravilhosos, mas alguns... são quase a nossa alma-gémea felina!
ou canina, etc :-)
Acho que acontece a todos os apaixonados de animais: um(s) especialíssimo(s)...
Sei o que é isso.
*suspiro*

Anónimo disse...

Pois é Marian. Parece que este gato ficou entranhado mesmo!
Às vezes me dá uma saudade incrível.E a Lilith é adoravel...só que um pouco selvagem...
Só sabe morder, mas é muito docinha!O nome foi fatal...ela tem de honrá-lo...

abraço
rosa leonor