terça-feira, março 27, 2007

O ano zero do neo-salazarismo

É de bom tom social e político não dar importância ao fenómeno de agregação à volta da figura histórica de Oliveira Salazar. O homem morreu, o seu regime caiu, a sociedade aberta não toleraria qualquer repetição demasiado parecida. O melhor é encará-lo como uma relíquia de um passado ultrapassado. É uma atitude demasiado morna para ser saudável. As piores febres são as de baixas temperaturas, mas persistentes. Como o resultado do "passatempo" de domingo da RTP demonstra.

in DN José Medeiros Ferreira
jmedeirosf@clix.ptProfessor universitário

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